Trump pode reiniciar exercícios militares com Seul e Tóquio 'de forma imediata'

© REUTERS / YonhapO porta-aviões norte-americano USS Carl Vinson chega para um exercício militar conjunto anual chamado "Foal Eagle" entre a Coreia do Sul e os EUA, no porto de Busan, Coreia do Sul, 15 de março de 2017.
O porta-aviões norte-americano USS Carl Vinson chega para um exercício militar conjunto anual chamado Foal Eagle entre a Coreia do Sul e os EUA, no porto de Busan, Coreia do Sul, 15 de março de 2017. - Sputnik Brasil
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Os EUA podem reiniciar os exercícios militares na Coreia do Sul se o presidente norte-americano assim o decidir, diz um comunicado da Casa Branca.

Na quarta-feira (29), a Casa Branca explicou a decisão de suspender as manobras militares com a Coreia do Sul, afirmando através de uma declaração que o presidente dos EUA, Donald Trump, tem "relações muito boas e calorosas" com o líder norte-coreano, Kim Jong-un, e "não há razão" para gastar dinheiro em exercícios com Seul.

"O presidente acredita que suas relações com Kim Jong-un são muito boas e calorosas e no momento não há razão para gastar uma grande quantidade de dinheiro nos jogos conjuntos de guerra dos EUA e da Coreia do Sul", sublinha o comunicado da Casa Branca.

No entanto, a mesma mensagem afirma que o presidente dos EUA pode iniciar imediatamente novos exercícios militares conjuntos em grande escala com a Coreia do Sul e o Japão, se vier a tomar tal decisão.

"O presidente pode reiniciar os exercícios de forma imediata com a Coreia do Sul e o Japão se assim o decidir. Se o fizer, eles serão muito maiores do que os anteriores", diz o comunicado.

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A declaração vem horas depois de o secretário de Defesa dos EUA, James Mattis, ter dito que no momento Washington não tem planos de suspender outros exercícios militares com Seul.

Em 12 de junho, o presidente dos Estados Unidos anunciou após sua reunião em Singapura com o líder norte-coreano, Kim Jong-un, que iria parar "os jogos de guerra", referindo-se aos exercícios militares conjuntos com Seul a fim de normalizar as relações entre Washington e Pyongyang.

Nos últimos anos, a Coreia do Norte condenou as manobras militares conjuntas dos Estados Unidos e da Coreia do Sul, descrevendo-as "provocativas".

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