Países da OTAN estão agravando situação nas fronteiras da Rússia, comenta deputado

© Foto / Domínio públicoAeronave anfíbia antissubmarino Be-12
Aeronave anfíbia antissubmarino Be-12 - Sputnik Brasil
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A Grã-Bretanha levantou caças sobre mar Negro por causa de aeronaves russas, relatou a Força Aérea Real (RAF). O vice-presidente do Comitê de Defesa da Duma do Estado (câmara baixa do parlamento russo), Yuri Shvytkin, explicou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik por que Londres e seus aliados precisam disso.

Como dizem no comunicado, caças Eurofighter Typhoon decolaram no dia 26 de agosto da base aérea na Romênia em resposta ao voo de um antissubmarino Be-12 e de um avião de transporte militar An-26 da Força Aeroespacial da Rússia.

"Pela terceira vez em uma semana, os caças da Força Aérea Real, como parte da missão de patrulha aérea da OTAN, levantaram voo para evitar ações provocativas de aeronaves russas e em apoio à Romênia e seus aliados", disse a assessoria de imprensa.

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De acordo com um dos pilotos da Força Aérea britânica, ambos os aviões russos teriam invadido o espaço aéreo romeno.

Como os militares disseram, a reaproximação foi realizada "com segurança e profissionalmente por ambos os lados".

Durante entrevista, o especialista Shvytkin comentou as ações dos militares britânicos.

"Nossos aviões, incluindo os militares, conduzem voos de acordo com todas as regras internacionais para o uso do espaço aéreo. E esse voo não foi exceção. O Reino Unido observa que nossos voos foram supostamente provocativos, o que não é verdade", afirmou o deputado.

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"Em minha opinião, a tarefa desta declaração é mostrar mais uma vez que a Rússia é um país ‘inimigo com planos agressivos', o que é absolutamente falso. O fato dos países da OTAN terem instalado bases perto das nossas fronteiras, enquanto sacodem suas armas e alimentam a tensão, é, acima de tudo, de natureza provocativa. Não pretendemos nos desviar das normas do direito internacional, assim como não pretendemos nos afastar da defesa dos interesses nacionais do nosso Estado e dos nossos aliados", concluiu Shvytkin.

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