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Marun contradiz Etchegoyen e diz que Brasil pode fechar fronteira com a Venezuela

© Antonio Augusto/ Câmara dos DeputadosDeputado Carlos Marun, do PMDB/MS, em reunião do Conselho de Ética
Deputado Carlos Marun, do PMDB/MS, em reunião do Conselho de Ética - Sputnik Brasil
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O governo do Brasil não descartou a possibilidade de fechar sua fronteira com a Venezuela em Pacaraima, no estado de Roraima, mas vê obstáculos para isso por causa dos tratados internacionais que assinou, disse o ministro da Casa Civil, Carlos Marun, nesta segunda-feira.

Ele declarou que o governo do presidente Michel Temer (MDB) não tomaria uma decisão antes de avaliar melhor a situação em Pacaraima, onde a violência eclodiu no fim de semana entre uma multidão de brasileiros e imigrantes da Venezuela.

O governo federal do Brasil afirmou repetidamente que não consideraria fechar a fronteira por motivos humanitários, apesar das exigências neste sentido do governo do estado da fronteira.

O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Sérgio Etchegoyen, concede entrevista no Palácio do Planalto - Sputnik Brasil
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Fechamento de fronteira com Venezuela é impensável, diz ministro

A fala de Marun contradiz o que disse mais cedo o ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Sergio Etchegoyen. Segundo ele, "fechar a fronteira é impensável, porque é ilegal", indicando que o governo brasileiro seguirá trabalhando no acolhimento dos venezuelanos que chegam diariamente ao país.

No início da noite desta segunda-feira, a primeira leva de 60 homens da Força Nacional chegaram à fronteira. Um contingente de outros 60 agentes pode ser enviado nos próximos dias para a região.

Apesar da violência, venezuelanos continuam chegando a Pacaraima. A Agência AFP informou que 900 recém-chegados eram esperados nesta segunda-feira, um número até maior do que a média diária registrada na localidade.

Apesar do medo dos venezuelanos de novos episódios de violência, a pressão para sair da Venezuela — onde sob o presidente Nicolas Maduro a economia em franca expansão está em queda livre e bens básicos são difíceis de obter — é ainda maior.

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