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5 meses sem Marielle: Anistia Internacional exige respostas sobre assassinato

© Foto / PSOLAto no plenário da Câmara Federal em repúdio ao assassinato da vereadora Marielle Franco, do PSOL-RJ, e de seu motorista, Anderson Gomes
Ato no plenário da Câmara Federal em repúdio ao assassinato da vereadora Marielle Franco, do PSOL-RJ, e de seu motorista, Anderson Gomes - Sputnik Brasil
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A ONG Anistia Internacional anunciou nesta terça-feira (14) que irá entregar um documento à Secretária de Segurança Pública do Rio exigindo respostas sobre o caso da vereadora do PSOL, Marielle Franco, assassinada junto com o motorista Anderson Gomes em 14 de março, há exatos cinco meses.

"Ainda não temos respostas sobre quem a matou. É grave que se inicie um processo eleitoral sem que se descubra quem são os responsáveis pelo assassinato de uma vereadora em pleno exercício de seu mandato e quais foram as motivações. O início do período de campanha eleitoral levanta a preocupação de que o caso seja negligenciado", diz a diretora executiva da Anistia Internacional, Jurema Werneck. 

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“Marielle era defensora de direitos humanos e vereadora na segunda maior cidade do país. Sua execução, na vigência do mandato parlamentar, significa não só um ataque aos direitos humanos, mas às instituições democráticas. Seu assassinato não pode ficar sem resposta adequada”, acrescentou Jurema.

A diretora da ONG destacou também a preocupação com a falta de investigação sobre crimes contra defensores de direitos humanos.

"A grande maioria desses crimes não é investigada. A resolução correta do caso é fundamental para que se rompa um ciclo de impunidade e violência contra defensores de direitos humanos no Brasil”, completa. 

A vereadora do PSOL e seu motorista, Anderson Gomes, foram assassinados em 14 de março deste ano. A principal linha de investigação das autoridades é a atuação de grupos milicianos. 

A Polícia Civil informou na semana passada que investiga um possível envolvimento dos deputados do MDB, Paulo Mello, Edson Albertassi e o ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio, Jorge Picciani, no assassinado da vereadora do PSOL.

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