Embaixador dos EUA no Reino Unido pede que Londres deixe de apoiar o Irã

© AP Photo / Carlos BarriaUm homem remove a bandeira iraniana do palco depois de uma foto de grupo com ministros das Relações Exteriores e representantes dos Estados Unidos, Irã, China, Rússia, Grã-Bretanha, Alemanha, França e União Europeia durante as conversações nucleares do Irã no Centro Internacional de Viena em Viena , Áustria (arquivo)
Um homem remove a bandeira iraniana do palco depois de uma foto de grupo com ministros das Relações Exteriores e representantes dos Estados Unidos, Irã, China, Rússia, Grã-Bretanha, Alemanha, França e União Europeia durante as conversações nucleares do Irã no Centro Internacional de Viena em Viena , Áustria (arquivo) - Sputnik Brasil
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Por meio de um artigo para o jornal The Telegraph, o embaixador dos Estados Unidos no Reino Unido, Robert Wood Johnson pediu às autoridades britânicas que parem de tentar manter o acordo sobre o programa nuclear iraniano e que apoiem a atual política de Washington em relação a Teerã.

"Estamos pedindo à Grã-Bretanha global que use seu considerável poder e influência diplomática e se junte a nós enquanto lideramos um esforço global coordenado em direção a um acordo genuinamente abrangente", escreveu o embaixador.

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Ele também criticou o Irã por patrocinar "guerras por procuração" e atividades hostis, ao invés de investir na economia nacional. O embaixador disse que o Irã precisa de mudanças substanciais em sua política para tornar seu próprio comportamento normal.

Mais cedo, o ministro britânico para Assuntos do Oriente Médio, Alistair Burt, afirmou que o acordo sobre o programa nuclear desempenha um papel importante na segurança regional. Ele também observou que, junto com a União Europeia, Londres protegeria as empresas britânicas das sanções dos Estados Unidos, observando, no entanto, que o Reino Unido estava aberto ao diálogo com Washington.

No início de maio, Trump anunciou sua decisão de retirar os EUA do Acordo Nuclear assinado em 2015 pelo Irã, União Europeia, China, França, Rússia, Reino Unido, Estados Unidos e Alemanha. O presidente americano também anunciou a restauração de todas as sanções contra Teerã, incluindo as secundárias que se aplicam a outros países que realizam negócios com o Irã.

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