Há uma pequena galáxia orbitando Via Láctea e não se sabe ao certo como ela foi parar lá

CC BY 2.0 / Stuart Rankin / Via Láctea
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Um grupo de astrônomos dos EUA e da Espanha explicaram a origem do corpo celeste Segue 1, considerado uma galáxia anã esferoidal ou um aglomerado globular.

Conforme pesquisadores, é mais provável que Segue 1 seja uma galáxia que foi capturada pela gravidade da Via Láctea, comunica a edição Science Alert.

Segue 1 pode corresponder a um satélite opaco da nossa galáxia que tem uma luminosidade inferior a 300 sóis, o que é pouco para um aglomerado globular. Ela é composta por estrelas velhas escassas em metal, o que pode significar que tenha surgido no Universo jovem, ou seja, quando a primeira ou segunda geração de estrelas ainda não tinham se tornado supernovas, sintetizando e proliferando elementos pesados.

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Astrônomos calcularam a trajetória da Segue 1 e descobriram que ela orbita a Via Láctea a cada 600 milhões de anos, como uma galáxia anã. De acordo com a teoria mais aceitável sobre seu surgimento, Segue 1 teria sido capturada pela nossa galáxia há uns oito bilhões de anos. Outra opção sugere que ela seja o maior satélite a colidir com a Via Láctea, porém, isso corresponde a apenas 25% de probabilidade.

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