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Juristas e advogados europeus escrevem carta para Cármen Lúcia pedindo a liberdade de Lula

© AP Photo / Nelson Antoine Lula em missa em homenagem à sua esposa falecida, Marisa Letícia, na cidade de São Bernardo do Campo, em São Paulo.
Lula em missa em homenagem à sua esposa falecida, Marisa Letícia, na cidade de São Bernardo do Campo, em São Paulo. - Sputnik Brasil
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Um grupo de advogados e juristas europeus enviou uma carta para a ministra Carmén Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), manifestando preocupação com "irregularidades sérias" no processo que condenou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no âmbito da Operação Lava Jato.

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A carta aponta a velocidade inédita do processo envolvendo Lula e a interceptação telefônica de conversas de advogados do ex-presidente. 

O documento também foi encaminhado a outros dez ministros do STF e será enviada também aos presidentes da França, Emmanuel Macron, do governo espanhol, Pedro Sánchez, e ao primeiro-ministro de Portugal, António Costa.

"Não é de se pronunciar sobre a inocência ou a culpabilidade do Senhor Luiz Inácio Lula da Silva, mas de manifestar a nossa total consideração com o respeito aos direitos fundamentais consagrados na Constituição do país, respeito às suas leis e aos seus compromissos internacionais", escreveram.

Os juristas exigem que seja feita uma audiência com a presidente do STF para conversar sobre o processo envolvendo Lula.

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Os seis ativistas que estão em greve de fome em Brasília se encontraram nesta quinta-feira (9) com o ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Durante o encontro, os militantes explicaram os motivos que os levaram a fazer greve de fome. "No primeiro momento, colocamos nossa pauta. Falamos do que se trata nossa greve", disse Rafaela Alves, após deixar o prédio do Supremo.

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