Radicais da Líbia mantêm 4 cidadãos da Coreia do Sul e das Filipinas como reféns

© REUTERS / ESAM OMRAN AL-FETORINuvens de fumaça negra no céu em meio a confrontos entre facções rivais da Líbia em Benghazi (arquivo)
Nuvens de fumaça negra no céu em meio a confrontos entre facções rivais da Líbia em Benghazi (arquivo) - Sputnik Brasil
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Um sul-coreano e três cidadãos das Filipinas estão detidos há quase um mês como reféns por radicais na Líbia, disse a agência de notícias Yonhap, citando uma autoridade do Ministério de Relações Exteriores da Coreia do Sul.

Segundo a fonte, em 6 de julho um grupo de pessoas armadas atacou um acampamento de uma empresa local no oeste do país e sequestrou os cidadãos estrangeiros.

Recentemente, na imprensa líbia, apareceu um vídeo em que um dos sequestrados pede ajuda das autoridades sul-coreanas.

Diplomatas esperam que em breve os criminosos apresentem exigências concretas para a libertação dos reféns.

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A Líbia vive uma crise profunda desde 2011, ano em que seu líder, Muammar Gaddafi, foi derrubado e morto.

Desde então, dois grupos disputam o poder — e os campos de petróleo do país.

Há um governo que opera atualmente em Trípoli e é reconhecido como legítimo pelo Conselho de Segurança da ONU e presidido por Fayez Al Sarraj.

No entanto, este governo, que está em funcionamento desde 31 de março de 2016, não foi reconhecido até hoje pela Câmara dos Representantes (Parlamento) em Tobruk, que proclamou seu próprio governo, apoiado pelo chefe do Exército Nacional, Khalifa Haftar.

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