Rússia: tropas dos EUA não têm base legal para continuar atuando na Síria

© AP Photo / Hussein MallaSoldado norte-americano, à esquerda, sentado em veículo blindado perto da tensa linha de frente entre o Conselho Militar de Manbij, apoiado pelos EUA, e os combatentes apoiados pelos turcos, em Manbij, norte da Síria, 4 de abril de 2018
Soldado norte-americano, à esquerda, sentado em veículo blindado perto da tensa linha de frente entre o Conselho Militar de Manbij, apoiado pelos EUA, e os combatentes apoiados pelos turcos, em Manbij, norte da Síria, 4 de abril de 2018 - Sputnik Brasil
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O Ministério da Defesa russo declarou nesta terça-feira (24) que a única maneira dos EUA permanecerem na Síria daqui em diante é começando a interagir com Moscou e Damasco no retorno dos refugiados.

O representante oficial do Ministério da Defesa da Rússia, major-general Igor Konashenkov, comentou as declarações do Comandante da Força Aérea dos Estados Unidos no Oriente Médio, general Joseph Votel, que anteriormente expressou reservas sobre a possibilidade de cooperar com a Rússia e a Síria na questão dos refugiados sírios.

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De acordo com Konashenkov, "não há base legal para novas operações por militares americanos na Síria".

"Com suas declarações, o general Votel não apenas desacreditou a posição oficial de seu comandante supremo [presidente Donald Trump], mas também exacerbou a ilegalidade da presença militar de soldados americanos na Síria, de acordo com as leis internacionais e dos EUA", destacou o porta-voz.

A coalizão liderada pelos EUA vem realizando ataques aéreos na Síria contra grupos terroristas sem a autorização de Damasco ou a aprovação do Conselho de Segurança da ONU.

Há cerca de 5.000 soldados situados em mais de 20 bases militares dos EUA no norte da Síria, em áreas controladas pelas Forças Democráticas da Síria, uma aliança de milícias predominantemente curdas, incluindo as Unidades Populares de Proteção do Curdistão (YPG).

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