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Coreia do Norte tem 2,5 milhões de pessoas em regime de escravidão, diz relatório

© Sputnik / Ilya Pitalev / Abrir o banco de imagensSoldado no polígono nuclear de Punggye-ri, no norte da Coreia do Norte
Soldado no polígono nuclear de Punggye-ri, no norte da Coreia do Norte - Sputnik Brasil
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A Coreia do Norte tem a maior prevalência mundial de escravidão moderna, com mais de 2,5 milhões de pessoas sofrendo com a prática, afirma o relatório Global Slavery Index 2018, da organização Walk Free, publicado nesta quinta-feira (19).

A fundação define "escravidão moderna" como uma situação em que uma pessoa tirou a liberdade de outra pessoa (liberdade de controlar seu corpo, liberdade de escolher recusar determinado trabalho ou parar de trabalhar). Essa liberdade pode ser tirada pela violência, ameaças, coerção ou abuso de poder.

"Na Coreia do Norte, uma em cada dez pessoas está na escravidão moderna, com a grande maioria sendo forçada a trabalhar pelo Estado", disse o relatório, acrescentando que a população total do país é estimada em 25,2 milhões de pessoas.

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Além disso, a Coreia do Norte faz pouco para combater o uso de trabalho escravo, diz a Walk Free. Segundo a organização, esta falta de ação pode ser explicada pela cumplicidade do governo de Kim Jong-un.

Os outros países com a maior prevalência de escravidão moderna são: Eritréia, Burundi, República Centro-Africana, Afeganistão, Mauritânia, Sudão do Sul, Paquistão, Camboja e Irã, segundo o relatório.

Ao todo, são 40,3 milhões de escravos modernos. 71% deles são mulheres, diz a Walk Free.

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