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Marfim ilegal é vendido sem problemas na Europa, aponta estudo

© REUTERSQueima de marfim no Quênia
Queima de marfim no Quênia - Sputnik Brasil
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Comerciantes estão vendendo marfim ilegal abertamente em toda a União Europeia (UE) através de uma brecha que permite o comércio de itens "antigos", indica pesquisa feita pelo Avaaz e divulgada nesta terça-feira (10).

A Avaaz disse que quase todas as 109 peças de marfim que comprou em 10 países da UE foram consideradas ilegais depois de serem testadas na Universidade de Oxford, na Grã-Bretanha.

A organização disse que um quinto dos itens veio de elefantes mortos depois que o comércio global de marfim foi proibido em 1989 e três quartos de animais abatidos depois de 1947.

A legislação da UE exige certificados do governo para a venda do marfim adquirido depois de 1947 e antes de 1990, mas a Avaaz disse que nenhuma das peças que comprou tinha certificação.

"Esta evidência bombástica prova, sem sombra de dúvida, que o marfim ilegal está sendo vendido em toda a Europa", disse o diretor da campanha da Avaaz, Bert Wander, em comunicado.

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Wander também pediu o fim "deste comércio sangrento" que ameaça de extinção "elefantes majestosos".

A Avaaz comprou os itens durante um período de quatro meses na Bélgica, Bulgária, França, Alemanha, Irlanda, Itália, Holanda, Portugal, Espanha e Grã-Bretanha.

A organização diz que o estudo contesta as alegações da Comissão Européia, o braço executivo da UE, de que não há evidências da venda de marfim ilegal.

A nova evidência, acrescenta a Avaaz, coloca pressão na UE para banir o comércio, porque muitas peças estão sendo passadas como marfim "antigo" de elefantes mortos antes de 1947, o que é legal.

O marfim mais recente testado pela unidade de datação por rádio-carbono de Oxford é de 2010, disse a Avaaz.

A Avaaz disse que China, Hong Kong e Grã-Bretanha implementaram ou anunciaram proibições de marfim no último ano.

A organização também disse que até 30.000 elefantes são abatidos a cada ano, alertando que os animais podem ser extintos na natureza dentro de décadas, se não forem tomadas ações suficientes.

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