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EUA dizem que França será seu parceiro número 1 se Londres não aumentar despesas na OTAN

© AFP 2021 / Vano ShlamovMilitares britânicos na cerimônia de abertura dos exercícios militares conjuntos Noble Partner 2016 (foto de arquivo), Geórgia
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Os EUA fizeram uma advertência ao Reino Unido que a França se pode tornar o seu parceiro principal na OTAN se Londres não aumentar as despesas militares, escreve o diário The Sun.

Conforme a edição, Washington está preocupada com a redução do poder militar e político do Reino Unido, segundo escreveu o secretário de Defesa norte-americano, James Mattis, na sua carta ao colega britânico, Gavin Williamson.

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Na carta de 12 de junho, vazada pelo jornal The Sun, Mattis expôs o seguinte: "Uma nação global como o Reino Unido, com interesses e compromissos por todo o mundo, requer um nível de despesas militares maiores do que esperaríamos dos nossos aliados que só têm interesses regionais."

Neste contexto, Mattis expressou a esperança de que o Reino Unido em breve seja capaz de compartilhar com os EUA "um plano de defesa claro e bem financiado que me permita planejar a futura cooperação com o país a partir de uma posição de força e confiança", acrescentando que, caso contrário, as relações especiais entre os dois países podem se deteriorar.

Chefe do Pentágono também esclareceu que, enquanto o Reino Unido pode querer "continuar a ser o parceiro eleito dos EUA", a França já está aumentando as despesas militares, por estar pronta para substituir o Reino Unido nesse respeito.

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"Como atores globais, a França e os EUA concluíram que agora chegou a hora de aumentar significativamente o nosso investimento na defesa. Outros aliados estão seguindo o exemplo."

Washington conta com que o governo britânico destine mais recursos para as necessidades militares. Atualmente, Londres, conforme a norma estabelecida pela aliança, destina a essas necessidades dois por cento do PIB.

Mais cedo, o presidente francês, Emmanuel Macron, prometeu injetar 260 bilhões de euros (mais de um trilhão de reais) adicionais no orçamento de defesa até ao ano de 2025.

A questão das despesas militares estará na agenda da cúpula da OTAN marcada para 11 de julho em Bruxelas.

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