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Trump envia diplomata júnior para abrir 'embaixada dos EUA' em Taiwan

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A Casa Branca teria escolhido deliberadamente um funcionário de baixo escalão para evitar irritar a China com a inauguração de uma representação diplomática em Taiwan.

A secretária de Estado adjunta dos EUA para Assuntos Culturais, Marie Royce, visitará a capital de Taiwan, Taipei, para participar de uma cerimônia de abertura de um novo prédio que abrigará o Instituto Americano em Taiwan, amplamente reconhecido como a embaixada americana em Taiwan.

A cerimônia será na terça-feira, no mesmo dia em que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se encontrará com o líder norte-coreano Kim Jong-un, em Cingapura.

De acordo com o Straits Times, Royce foi escolhida deliberadamente para não irritar Pequim, que considera Taiwan uma parte de seu território e se opõe fortemente a qualquer relação política direta entre Taipei e outras nações. Outros candidatos, em algum momento, supostamente incluíram o Conselheiro de Segurança Nacional, John Bolton e o secretário de Saúde e Serviços Humanos, Alex Azar.

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Royce é esposa do republicano Ed Royce, presidente do Comitê de Relações Exteriores da Câmara dos Representantes, um político que promoveu vários projetos pró-Taiwan.

O Instituto Americano em Taiwan, uma ONG, é formado principalmente por funcionários do Departamento de Estado dos EUA e tem conduzido contatos não-oficiais entre Washington e Taipei desde 1979, ano em que os EUA mudaram o reconhecimento oficial e passaram a considerar Pequim como a entidade soberana sobre toda a China.

A inauguração do novo complexo coincide com o aumento das tensões no Estreito de Taiwan nos últimos meses. A China continental aumenta a pressão sobre Taipei e realiza vários exercícios militares nas proximidades da ilha, de acordo com o jornal South China Morning Post.

Como o impasse em torno do mar do sul da China permanece instável, as relações sino-americanas também estão desacordo. A própria mídia chinesa já ventilou a possibilidade dos EUA estarem ponderando o envio de navios de guerra através do Estreito de Taiwan.

O novo complexo foi construído em nove anos e custou aos EUA cerca de US $ 250 milhões.

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