Merkel revela o que precisa acontecer para a Rússia voltar ao G7

© REUTERS / Marcos BrindicciAngela Merkel, canciller alemana en Argentina
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Os membros europeus do G7 concordam que a Rússia não pode ser readmitida no grupo até que haja uma melhora na crise na Ucrânia, disse a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, nesta sexta-feira.

"Estamos de acordo que um retorno da Rússia ao G-7 não pode acontecer a menos que sejam feitos progressos substanciais em termos dos problemas com a Ucrânia", afirmou Merkel a jornalistas durante a cúpula do G7 no Canadá.

Merkel falou após uma reunião com os líderes da Itália, Grã-Bretanha e França, que aconteceu após o pedido do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para readmitir a Rússia.

Presidente dos EUA, Donald Trump, conversa  como presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, premiê alemã, Angela Merkel, premiê italiano, Paolo Gentiloni, presidente da França, Emmanuel Macron, premiê do Canadá, Justin Trudeau e premiê britânica, Theresa May, durante a cúpula do G7 em Taormina, na Itália - Sputnik Brasil
Este ano poderá ser o último para existência do G7?

Falando nos bastidores da cúpula, Merkel também declarou que é cedo demais para dizer se os líderes emitiriam um comunicado comum, acrescentando que, se não o fizessem, seria um reconhecimento honesto de que nenhum acordo foi alcançado.

A decisão de expulsar a Rússia do que tinha sido o G8 foi uma resposta à reunificação da Crimeia com a Rússia em 2014, que foi decidida por um referendo, mas que o Ocidente definiu como uma aneaxação e, consequentemente, uma violação da soberania da Ucrânia.

Além de Trump, o novo primeiro-ministro da Itália se mostrou favorável ao retorno russo ao grupo, reavivando o G8.

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