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Chefe da Força Aérea britânica defende bombardeamento de 'inimigo maligno' na Síria

© AP Photo / Pavlos VrionidesOficial acenando para pilotos de um avião da Força Aérea Real Tornado
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O chefe da Força Aérea do Reino Unido, que em breve deixará o cargo, em meio a novo relatório que acusa a coalizão, liderada pelos EUA, de ter violado a lei internacional e de ter assassinado centenas de civis na cidade síria de Raqqa, tomou postura de defesa.

Marechal Stuart Peach, chefe da Força Aérea britânica, afirmou que a coalizão tem sido "meticulosa" ao evitar matar civis em meio a bombardeamentos de "inimigo realmente perigoso e maligno" em Raqqa.

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Em entrevista à emissora BBC, Stuart sublinhou que a operação da Força Aérea Real em Raqqa foi "a operação aérea mais cuidadosamente planejada da história".

O oficial sênior encarregado pela luta contra o Daesh (organização terrorista proibida na Rússia) também notou que todos os possíveis incidentes ligados à morte de civis estão sendo investigados cuidadosamente, incluindo fornecimento de dados sobre hora e local dos acontecimentos.

O comentário de Stuart surge depois da publicação do novo relatório da Amnistia Internacional. Os grupos de direitos humanos acusam a coalizão, liderada pelos EUA, de ter usado ilegalmente fósforo branco em áreas residenciais nos arredores de Raqqa, e de ter matado e ferido muitos civis durante ataques aéreos. Amnistia se refere aos ataques como violação da lei internacional.

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O Ministério das Relações Exteriores da Rússia respondeu ao relatório da Amnistia, dizendo que ataques comprovam uso da força desproporcional e indiscriminada, causando quase que completa "limpeza do mapa" da cidade ao invés de libertá-la.

A Força Aérea Real lançou mais de 1.600 ataques aéreos na Síria, Iraque e Líbia desde agosto de 2014 durante operação Shader contra o Daesh.

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