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Polêmica à vista: Sinagogas na Europa são transformadas em boates e bares

© AFP 2021 / NIKLAS HALLE'NUm judeu ortodoxo fala em seu celular enquanto passa pela sinagoga Ahavas Torá na área de Stamford Hill, ao norte de Londres (foto de arquivo).
Um judeu ortodoxo fala em seu celular enquanto passa pela sinagoga Ahavas Torá na área de Stamford Hill, ao norte de Londres (foto de arquivo). - Sputnik Brasil
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Os edifícios, abandonados após o Holocausto, estão sendo reformados e usados para fins comerciais. A 'nova moda' tem críticos e apoiadores.

As antigas sinagogas judaicas abandonadas durante a era nazista estão sendo reformadas e transformadas em bares e boates, informou o portal Haaretz.

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Empreiteiros europeus obtêm lucros maiores por causa da história judaica dos edifícios, usando-o como um conceito de marketing — um movimento que é considerado polêmico especialmente para os judeus, escreveu o jornal.

A tendência tem sido especialmente evidente na última década. Em 2013, uma sinagoga na Cracóvia, na Polônia, foi transformada em discoteca e depois no Bar Hevre, decorado de acordo com o seu passado judaico.

Em 2012, o Mykwa Bar abriu em Varsóvia, também na Polônia, em um local onde originalmente havia um Mikvá (local utilizado para banhar mulheres e recém-nascidos).

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Tendências semelhantes podem ser observadas na Europa Ocidental. Uma sinagoga de 207 anos na cidade de Deventer, na Holanda, deve se tornar um restaurante.

Segundo o veículo, a 'moda' está provocando diferentes reações na sociedade. Críticos mencionam que empresários lucram pela exploração inadequada dos edifícios religiosos depois de uma tragédia. Os defensores acreditam que é uma boa maneira de preservar patrimônios e um sinal de respeito aos judeus.

A Europa tinha cerca de 17 mil sinagogas antes da Segunda Guerra Mundial, segundo um estudo da Fundação para o Patrimônio Judaico divulgado este ano. Até agora, apenas 3.318 deles foram identificadas e apenas 762 ainda estão funcionando.

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