Desemprego na Palestina é o maior do mundo e atinge mais as mulheres e jovens

© AP Photo / Khalil HamraMenino palestiniano sentado sobre ruínas depois de bombardeio da Faixa de Gaza por Israel, agosto de 2014
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A taxa de desemprego nas áreas ocupadas do território palestino, em particular da Faixa de Gaza, é a maior do mundo, segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT).

"A taxa de desemprego  no território ocupado da Palestina tornou-se a maior do mundo, com 27,4% em 2017, aponta o relatório anual da Organização Internacional do Trabalho (OIT), intitulado A Situação dos trabalhadores dos territórios árabes ocupados", disse a OIT no comunicado de imprensa.

De acordo com o relatório, os segmentos mais vulneráveis da sociedade são mulheres e jovens.

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"O desemprego feminino está chegando à marca de 50%. Em Gaza, os dados mostram uma história ainda mais dramática: quase metade dos trabalhadores está desempregado e cerca de dois terços das mulheres segue sem emprego", diz o relatório.

O documento dá atenção especial ao mercado de trabalho na Faixa de Gaza.

"O desemprego na Faixa de Gaza, que já era o maior do mundo no ano passado, cresceu de forma acelerada novamente e chegou a 43,6% em 2017. Notavelmente, 63% dos desempregados da Faixa de Gaza estão sem emprego há 1 ano ou mais", aponta a OIT.

Os palestinos querem reconhecimento diplomático para seu estado e seus territórios ao longo da Faixa de Gaza, além de Jerusalém oriental, que é parcialmente ocupada por Israel.

O governo israelense, ao lado de uma série de outros países, se recusa a reconhecer a Palestina como uma entidade independente política e diplomaticamente, apesar das objeções da Organização das Nações Unidas (ONU). 

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