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Kadyrov manda recado para líder em Kiev: só a Rússia pode salvar a Ucrânia

© Sputnik / Said Tsarnaev / Abrir o banco de imagensO líder interino da República de Chechênia Ramzan Kadyrov
O líder interino da República de Chechênia Ramzan Kadyrov - Sputnik Brasil
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Logo depois de enfrentar novas sanções da Ucrânia, o líder checheno Ramzan Kadyrov afirmou que isso não alteraria sua atitude fraternal para com o povo ucraniano, que sempre pode esperar ajuda dos chechenos e dos russos em tempos de dificuldades.

"[O presidente ucraniano Pyotr] Poroshenko está me aplicando sanções, enquanto nossos ancestrais salvaram milhares de ucranianos que foram obrigados a morrer de fome no norte do Cáucaso. Os chechenos forneciam abrigo, comida, roupas e calçados para inúmeras mulheres, crianças e idosos", escreveu Kadyrov no Telegram nesta sexta-feira.

"Nenhum refugiado ficou sem abrigo ou com fome; seus descendentes vivem na Chechênia até hoje. Isso não é um pré-requisito ou uma reivindicação, isso é um lembrete para Poroshenko de que apenas o povo da Federação Russa ajudará os ucranianos quando ocorrer um desastre, não os americanos e seus satélites", continuou o líder checheno.

Kadyrov também afirmou que sempre trataria os ucranianos como irmãos e irmãs que permanecem próximos e caros à Rússia, apesar dos problemas que surgiram nos últimos anos.

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Seus comentários vêm depois que a Ucrânia impôs sanções a 1.750 cidadãos russos, incluindo Ramzan Kadyrov, na última quinta-feira.

No final de 2017, Kadyrov foi colocado na lista de sanções dos EUA por alegado envolvimento em violações de direitos humanos. O líder checheno disse na época que a situação só o deixava orgulhoso e que os EUA deveriam procurar por verdadeiros violadores de direitos humanos em casa, "na Casa Branca e no Pentágono".

Kadyrov insistiu que ele foi sancionado não por causa de supostos abusos de direitos humanos, mas sim devido a sua incansável luta ao longo da vida contra os terroristas, muitos dos quais eram "usuários dos serviços especiais americanos".

Ele também comentou, em tom de brincadeira, que Washington não tem motivos para se preocupar porque ele ainda não recebeu ordens para entrar em solo americano.

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