EUA se preocupam demais com objetos militares russos, opina analista

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A Marinha dos EUA lançou um projeto científico para entender como Rússia e China podem esconder seus armamentos de drones de reconhecimento e de satélites, relata a mídia. A notícia foi comentada pelo especialista militar, Viktor Litovkin, em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik.

A Marinha dos EUA iniciou um projeto científico para analisar como Rússia e China podem mascarar seus armamentos de drones de reconhecimento e de satélites norte-americanos, informa a revista The National Interest.

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Dispositivos de inteligência transmitem número tão elevado de dados que somente inteligência artificial é capaz de analisá-los. No entanto, é fácil enganá-la. Por exemplo, computadores podem confundir tanques russos mascarados até com carros comerciais. Por isso, a Marinha norte-americana espera entender como está sendo passada para trás.

Por enquanto, não há nenhuma indicação de que o Pentágono quer esconder seus armamentos de sistemas chineses e russos.

O especialista militar, Viktor Litovkin, comentou a situação em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik.

"Estados Unidos querem, sem dúvida, saber tudo sobre nossos armamentos sem dar informação alguma sobre os deles. Eles não cumprem o acordo firmado com a gente anteriormente e então se preocupam por podermos mascarar nossos objetos militares de satélites e drones de reconhecimento norte-americanos. Claro que se preocupam muito. Eles querem que a Rússia esteja na palma da mão deles, mas eles não planejam compartilhar conosco seus dados", declarou Viktor Litovkin.

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Segundo ele, os EUA são completamente responsáveis pela situação.

"Estamos prontos para cooperar com eles, mas no princípio de igualdade. Se não querem direitos iguais, será tudo como hoje em dia. De fato, sabemos mascarar muito bem nossos objetos militares. China, pelo visto, também domina mascaramento. Sendo assim, os norte-americanos podem escolher: cooperar no princípio de igualdade e respeito ou continuar tentando elaborar novos meios para conseguir informações. Que, como eles mesmos falam, trazem somente vantagens relativas", concluiu Litovkin.

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