Especialista: exército sírio deteve 300 militares franceses de diversas patentes

© AFP 2022 / AHMAD ABOUDPrédioPrédios destruidos após ataque aéreo da coalizão internacional liderada pelos EUA na Síria (foto de arquivo)
PrédioPrédios destruidos após ataque aéreo da coalizão internacional liderada pelos EUA na Síria (foto de arquivo) - Sputnik Brasil
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O presidente Vladimir Putin, em conversa com o presidente sírio Bashar Assad, em Sochi, declarou que, devido ao sucesso da luta antiterrorista das forças sírias e ao início do processo político, as tropas estrangeiras deveriam se retirar do território da Síria.

"A declaração de Vladimir Putin durante seu encontro com Bashar Assad, sobre a necessidade da retirada dos contingentes estrangeiros da Síria, arruína os sonhos dos agressores, que contam com a tentativa de realizar seus objetivos na região através de mercenários criminosos", disse à Sputnik Árabe Akram al Shalli, analista da Gestão Síria de Crise e Guerras Preventivas.

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"Nas mãos do exército sírio há oficiais dos serviços de inteligência dos EUA, Grã-Bretanha, países árabes e Israel. Por exemplo, só o número de militares franceses de diversos escalões é de 300 pessoas. Notamos tentativas de exercer pressão sobre o governo sírio, inclusive para libertar os militares estrangeiros presos. Mas esses sonhos não podem se tornar realidade devido à atual vantagem das forças do governo e aliados", comentou o analista.

Ele acrescentou que mesmo o último ataque contra a Síria não provocou danos significativos.

"Os agressores informaram previamente sobre os alvos do ataque. Isso foi feito para salvar a imagem dos governos ocidentais perante seus próprios povos", disse.

A detenção de militares estrangeiros proporciona uma dupla vantagem para o governo sírio: primeiro, eles foram incapazes de realizar suas missões, e depois isto é mais um trunfo na mesa de negociações com as forças estrangeiras.

"O acordo de paz sírio depende diretamente da situação no campo de batalha. E agora os agressores recuam constantemente, eles não conseguem realizar nenhum ataque contra as posições do exército. Portanto, o governo sírio pode apresentar suas próprias condições", conclui o analista.

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