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Arábia Saudita já executou 48 pessoas em 2018, afirma ONG

© Sputnik / Sergey Guneev / Abrir o banco de imagensMohammad bin Salman Al Saud, príncipe herdeiro da Arábia Saudita
Mohammad bin Salman Al Saud, príncipe herdeiro da Arábia Saudita - Sputnik Brasil
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A Human Rights Watch (HRW) afirma que a Arábia Saudita já executou 48 pessoas em 2018, metade delas por crimes não-violentos relacionados a drogas.

Outros condenados por crimes de drogas continuam no corredor da morte, informou o grupo de direitos humanos nesta quarta-feira (25).

Em entrevista à revista Time no mês passado, o príncipe real saudita Mohammad bin Salman Al Saud disse que em algumas áreas as execuções podem ser substituídas por prisão perpétua.

"Estamos trabalhando por dois anos através do governo e também do parlamento saudita para construir novas leis nessa área. E acreditamos que levará um ano, talvez um pouco mais, para terminá-lo", disse ele à revista Time.

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Sarah Leah Whitson, diretora do Oriente Médio da HRW, afirmou: "Qualquer plano para limitar as execuções de drogas precisa incluir melhorias no sistema judicial — que não garante julgamentos justos".

A Arábia Saudita passou por uma série de reformas no último ano, mas grupos internacionais de direitos humanos pedem que o país pare suas execuções e cancele seu sistema de tutela masculina.

A Arábia Saudita realizou quase 600 execuções desde o início de 2014, mais de 200 delas em casos de drogas, disse a HRW.

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