Netanyahu alega que o terrorismo está 'sob os auspícios iranianos'

© REUTERS / Stephane MaheBenjamin Netanyahu, primeiro-ministro israelense
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De acordo com o Jerusalem Post, o primeiro-ministro israelense disse que o fanatismo "não leva em conta" tais normas como garantia de imunidade para os diplomatas, citando a captura de diplomatas norte-americanos no Irã em 1979.

Netanyahu acusou Teerã de endossar o terrorismo durante a cerimônia anual de homenagem aos diplomatas assassinados.

"O terrorismo atravessa fronteiras", disse Netanyahu, "e hoje — como foi o caso [em 1979] — está sob os auspícios do Irã e sob o patrocínio do Daesh. Não há continente ou país a salvo do terrorismo. O que temos que fazer é enfrentá-los juntos — construir uma forte barragem do mundo civilizado contra o fluxo de radicalismo. Os terroristas sentem o cheiro de fraqueza, mas reconhecem igualmente o poder. Com força e firmeza, vamos parar sua agressão."

O primeiro-ministro continuou dizendo que os serviços de segurança do país estão prontos para frustrar as tentativas de prejudicar os diplomatas israelenses.

"As forças das trevas e do terror pensavam que, atacando nossos representantes, prejudicariam nossa posição internacional. O exato oposto aconteceu", disse Netanyahu.

Netanyahu fez um discurso em uma cerimônia memorial anual para 16 funcionários mortos em ataques terroristas, com 14 deles sendo assassinados no exterior. Os trabalhadores do Ministério das Relações Exteriores de Israel foram alvos de ataques na Argentina, Paraguai, Quirguistão, Jordânia, República Dominicana, Nigéria, Turquia, Egito e África do Sul.

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