Trump avisou o Congresso dos EUA sobre ataque na Síria

© AFP 2022 / Jewel SAMADManifestantes contra a guerra protestam contra o presidente Donald Trump em frente à Trump Tower em Nova York, em 2017, criticando ataques à Síria.
Manifestantes contra a guerra protestam contra o presidente Donald Trump em frente à Trump Tower em Nova York, em 2017, criticando ataques à Síria. - Sputnik Brasil
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, informou o Congresso sobre os ataques à Síria e disse que suas ações tinham respaldo na constituição dos EUA. Segundo ele, os ataques tinham como objetivo proteger interesses nacionais, disse a Casa Branca citando uma carta do presidente dirigida aos líderes do Congresso.

"Aproximadamente às 9:00 da noite, em 13 de abril de 2018, sob minha direção, forças militares dos Estados Unidos, agindo em conjunto com forças militares francesas e britânicas, atacaram instalações militares sírias relacionadas a armas químicas […]. Eu dirigi esta ação em resposta ao uso continuado e ilegal de armas químicas pelo governo sírio […]. O objetivo dessa ação militar era diminuir a capacidade das forças armadas sírias de realizar mais ataques com armas químicas e dissuadir o governo sírio de usar ou proliferar armas químicas", disse o texto da carta de Trump ao Congresso.

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"Eu agi de acordo com a minha autoridade constitucional para conduzir as relações exteriores, como comandante supremo e chefe do executivo e pelos interesses vitais de segurança nacional e política externa dos Estados Unidos", disse Trump na carta.

Trump também observou que os Estados Unidos tomarão medidas adicionais para promover ainda mais seus interesses nacionais, se necessário.

Na noite da sexta-feira (13), os Estados Unidos, a França e o Reino Unido lançaram ataques a vários alvos na Síria em resposta ao suposto uso de armas químicas na cidade de Douma. Os estados ocidentais acusaram as forças do presidente sírio Bashar Assad pelo incidente. A liderança síria negou qualquer envolvimento no ataque e convidou os especialistas da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) para investigar as acusações.

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