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Ancara: relações russo-turcas são fortes demais para ser rompidas pelo presidente francês

© Sputnik / Sergei Guneev / Abrir o banco de imagensPresidente turco, Recep Tayyip Erdogan, e seu homólogo russo, Vladimir Putin, durante a cerimônia oficial de boas-vindas no âmbito da visita do presidente russo a Ancara, em 3 de abril
Presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, e seu homólogo russo, Vladimir Putin, durante a cerimônia oficial de boas-vindas no âmbito da visita do presidente russo a Ancara, em 3 de abril - Sputnik Brasil
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O ministro das Relações Exteriores turco, Mevlut Cavusoglu, classificou como populista a declaração do presidente francês, Emmanuel Macron, de que os ataques aéreos contra a Síria sob a liderança dos EUA dividem Moscou e Ancara.

Em uma coletiva de imprensa com o secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, o ministro das Relações Exteriores da Turquia, Mevlut Cavusoglu, ressaltou que muitos aliados ocidentais fazem declarações populistas. "Esperamos dele [Macron] declarações que correspondam mais ao cargo de presidente. As nossas relações com a Federação da Rússia são tão fortes como antes. Mas não são alternativa às relações com os países ocidentais. Tal colocação da questão é incorreta".

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No entanto, o vice-primeiro-ministro turco, Bekir Bozdag, assinalou que a política da Turquia em relação à Síria é independente dos outros países, enquanto o descontentamento do Ocidente com a parceria de Ancara com a Rússia e Irã parece estar crescendo.

Antes, Emmanuel Macron havia declarado que o ataque de mísseis contra a Síria foi "legítimo" e que todos os mísseis franceses lançados como parte do ataque conjunto contra as instalações sírias atingiram seus alvos.

Na entrevista ao canal BFM TV, o líder francês disse: "Com estes ataques e esta intervenção, dividimos os russos e os turcos sobre o assunto…os turcos condenaram o ataque químico e apoiaram a operação que efetuamos".

No sábado passado (14), os EUA, França e Reino Unido lançaram ataques aéreos contra a Síria em resposta ao alegado uso de armas químicas nos arredores de Damasco, em Douma. Recep Tayyip Erdogan saudou os ataques e classificou-os como "adequados", tendo criticado duramente o alegado ataque químico.

A U.S. Air Force B-1B Lancer and crew, being deployed to launch strike as part of the multinational response to Syria's use of chemical weapons, is seen in this image released from Al Udeid Air Base, Doha, Qatar on April 14, 2018 - Sputnik Brasil
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Os ataques foram realizados no mesmo dia em que a missão da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) iniciaria a investigação do alegado uso de armas químicas em Douma, após a culpa pelo alegado incidente ter sido imediatamente atribuída a Damasco pelo Ocidente.

Depois das acusações, o governo sírio negou categoricamente estar envolvido no suposto ataque e declarou que os ataques aéreos são uma "agressão brutal".

Por sua vez, o presidente russo, Vladimir Putin, frisou que os ataques foram efetuados contra as normas e princípios do direito internacional.

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