Liga Árabe acusa Síria de usar armas químicas e exige investigação internacional

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Os líderes árabes condenaram o uso de armas químicas pelo governo sírio e exigiram uma investigação internacional. A informação foi divulgada pelo ministro das Relações Exteriores da Arábia Saudita, Adel al-Jubair.

A cúpula da Liga Árabe acontece neste domingo na cidade saudita de Dhahran no contexto da escalada da tensão em torno da Síria.

"A Cúpula da Liga Árabe condenou veementemente o uso de armas químicas pelo regime sírio contra o povo sírio", disse o chefe do Ministério das Relações Exteriores saudita, na declaração final da cúpula da Liga Árabe.

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Atenção especial foi dada à situação na Síria após os ataques contra instalações do governo sírio pelas forças armadas dos Estados Unidos, Grã-Bretanha e França.

Os pontos de vista dos estados árabes sobre este ataque tiveram forte divergência. Esperava-se que o Qatar, a Arábia Saudita e outros membros do Conselho de Cooperação dos Estados Árabes do Golfo Pérsico apoiassem os ataques. O Líbano, a Argélia e o Iraque condenaram os ataques com mísseis. 

Na madrugada de 14 de abril, aviões e navios das Forças Armadas dos EUA, junto com as forças aéreas do Reino Unido e da França, efetuaram um ataque de mísseis contra infraestruturas militares e civis sírias. Segundo comunicou o Ministério da Defesa da Rússia, foram lançados 103 mísseis de cruzeiro (inclusive Tomahawk de baseamento naval), cuja maior parte foi interceptada pelos sistemas antiaéreos sírios. O pretexto para realização do ataque de mísseis contra a Síria foi o incidente em 7 de abril, na cidade síria de Douma, onde alegadamente teriam sido usadas armas químicas.

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