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Putin: agente nervoso citado em envenenamento no Reino Unido pode ser feito por 20 países

© Sputnik / Vladimir Astapkovich / Abrir o banco de imagensCandidato à Presidência da Rússia, Vladimir Putin, agradece a seus apoiadores pelo apoio, no centro de Moscou, em 18 de março de 2018
Candidato à Presidência da Rússia, Vladimir Putin, agradece a seus apoiadores pelo apoio, no centro de Moscou, em 18 de março de 2018 - Sputnik Brasil
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Substâncias semelhantes ao agente nervoso da classe Novichok [substância A-234], supostamente usado no envenenamento do ex-agente duplo russo Sergei Skripal, podem ser produzidas em aproximadamente 20 países, disse o presidente russo, Vladimir Putin.

"Segundo os dados de especialistas internacionais, esse agente nervoso pode ser produzido em cerca de 20 países", disse Putin nesta terça-feira, em entrevista coletiva após conversas com seu colega turco, Recep Tayyip Erdogan, em Ancara.

Putin acrescentou que ele "discutiu" brevemente o caso Skripal com Erdogan durante a reunião bilateral. Além disso, o presidente russo afirmou que o Kremlin segue buscando acesso às investigações sobre o caso.

"Estamos interessados em uma investigação completa. Queremos ter acesso a essa investigação e esperamos receber o material [do caso], já que isso diz respeito aos cidadãos russos", destacou Putin.

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Diplomacia russa enfatiza: Moscou não tem nenhuma ligação com envenenamento de Skripal

Em 4 de março, Skripal e sua filha Yulia foram envenenados na cidade britânica de Salisbury. O Reino Unido acredita que os dois foram expostos ao agente nervoso A234, supostamente relacionado aos agentes nervosos da classe Novichok desenvolvidos na União Soviética.

Logo após o incidente, o Reino Unido anunciou a expulsão de 23 diplomatas russos. Desde então, mais de 25 países expulsaram seus próprios diplomatas russos "em solidariedade" a Londres. Moscou negou ter qualquer papel no envenenamento, apontando para a falta de evidências fornecidas por Londres para fundamentar suas acusações.

Mais cedo nesta terça-feira, Gary Aitkenhead, diretor executivo do Laboratório de Ciência e Tecnologia de Defesa (DSTL) em Porton Down disse à emissora SkyNews que o laboratório identificou o agente nervoso usado contra Skripal como Novichok, mas não pôde provar que foi feito na Rússia ou determinar seu país de origem.

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