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Chancelaria russa sobre convocação do Conselho Rússia-OTAN: agora não é possível

© Sputnik / Maksim Blinov / Abrir o banco de imagensMinistério das Relações Exteriores russo
Ministério das Relações Exteriores russo - Sputnik Brasil
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O Ministério das Relações Exteriores da Rússia afirmou ser impossível convocar o Conselho Rússia-OTAN com diplomatas russos sendo expulsos atualmente.

Segundo o vice-chanceler russo, Aleksandr Grushko, expulsando os diplomatas russos, a Aliança está prejudicando a si mesma.

"Isso contradiz as várias afirmações feitas tanto pelo secretário-geral como por outros representantes da Aliança sobre a OTAN estar interessada em dialogar politicamente e convocar o Conselho Rússia-OTAN. […] Como o conselho pode ser convocado nestas condições?", declarou o vice-chanceler.

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Além disso, a Aliança afirmou que não concederá vistos aos diplomatas russos que deveriam ser enviados a Bruxelas para trabalhar na missão permanente russa na OTAN, de acordo com o diplomata russo.

"É verdade, sete pessoas foram anunciadas indesejáveis. E eles em Bruxelas afirmaram que não concederão vistos a mais três funcionários", comentou.

Moscou não exclui que o caso Skripal, que provocou expulsão dos diplomatas russos, tenha sido arquitetado como um pretexto para a OTAN aumentar despesas com defesa.

Assim, o vice-chanceler russo acredita que a Aliança "ultrapassou a linha vermelha ao continuar construções militares perto das fronteiras russas".

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Grushko opina que Londres transformou o caso Skripal em uma "provocação" para manter atmosfera russofóbica.

"É evidentemente que a grande provocação, fabricada pela parte britânica, tem por objetivo jogar mais lenha na companha russofóbica que tem sido diminuída ultimamente", declarou.

Anteriormente, OTAN decidiu reduzir de 30 para 20 membros da missão russa na organização por causa do incidente em Salisbury com o ex-agente russo Skripal e sua filha, Yulia. Londres afirma que eles teriam sido envenenados pela Rússia com a substância A-234 (também conhecida como "Novichok"). Moscou, por sua parte, nega todas as acusações.

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