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Netflix chama Flávio Bolsonaro de 'louca'

© Rafael Wallace/ AlerjFlávio Nantes Bolsonaro, do Partido Social Liberal (PSL), deputado estadual do Rio de Janeiro, em imagem de 15 de dezembro de 2014
Flávio Nantes Bolsonaro, do Partido Social Liberal (PSL), deputado estadual do Rio de Janeiro, em imagem de 15 de dezembro de 2014 - Sputnik Brasil
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O deputado estadual Flávio Bolsonaro, do Partido Social Liberal (PSL) do Rio de Janeiro, foi chamado de 'louca' pela Netflix Brasil nesta terça-feira ao afirmar que a empresa estaria interessada em fazer uma série sobre o seu pai, o deputado federal Jair Bolsonaro, também do PSL.

A discussão ocorreu por volta das 12h, no perfil oficial do político no Twitter, tendo como pano de fundo a polêmica em torno da série "O Mecanismo", que reconta episódios recentes da política brasileira de maneira ficcional, alterando fatos de grande apelo popular ligados à operação Lava Jato. 

Pouco depois de ser chamado de 'louca' e 'querida' pelo serviço de streaming, o deputado fluminense voltou a se manifestar sobre o assunto, dizendo ter testemunhas sobre o que havia afirmado mais cedo:

A discussão entre o filho de um dos principais pré-candidatos à Presidência da República e a Netflix Brasil ocorre poucos dias após a empresa provocar uma série de reações negativas com o lançamento de "O Mecanismo", obra bastante criticada principalmente por simpatizantes dos ex-chefes de Estado Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, do PT, vistos como principais vítimas da "propagação de mentiras" levada a cabo pelo cineasta José Padilha e seus colaboradores, segundo palavras da ex-presidenta

Em tempos de "fake news", revoltados com a releitura proposta por "O Mecanismo", vários usuários decidiram boicotar a Netflix, cancelando sua assinatura. Em entrevista ao jornal O Globo, Padilha, responsável pela série ao lado de Elena Soárez, Felipe Prado e Marcos Prado, disse não acreditar que tenha espalhado notícias falsas com o seu novo produto. Segundo ele, a série mostra a corrupção gigantesca operada por PT, PMDB e PSDB, e a esquerda, ao fingir que não viu o desvio de bilhões de dólares dos cofres públicos, se preocupando mais com o uso da expressão "estancar a sangria" [dita originalmente pelo senador Romero Jucá mas atribuída, na série, ao personagem que retrata Lula], se mostrou enlouquecida e tão hipócrita quanto a direita. 

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