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Caso Skripal: diplomatas russos são mandados embora de vários países

© Sputnik / Kirill Kallinikov / Abrir o banco de imagensO pico do Kremlin e a bandeira russa na Praça Vermelha
O pico do Kremlin e a bandeira russa na Praça Vermelha - Sputnik Brasil
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Na sequência do envenenamento do ex-espião russo, Sergei Skripal, e sua filha Yulia, vários países resolveram expulsar diplomatas russos.

De acordo com as últimas notícias, 14 países da União Europeia, Canadá, EUA e Ucrânia se aliaram ao Reino Unido no que diz respeito à acusação contra a Rússia – até então sem provas – do envenenamento perto de um shopping em Salisbury.

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Em especial, Alemanha enviou embora quatro diplomatas russos, já a Dinamarca e a Holanda mandaram de volta para casa dois diplomatas russos, cada. Países bálticos no total mandam embora cinco diplomatas russos, enquanto os governos italiano, romeno, croata, sueco e finlandês optaram por expulsar um diplomata russo, cada. Além disso, até 4 de abril quatro funcionários russos devem sair da Polônia, sendo esta quantidade igual aos que deixam a França. Quanto à Ucrânia, o governo mandou expulsar 13 diplomatas, e no caso da República Tcheca são três.

Donald Trump, por sua vez, ordenou expulsão de 60 diplomatas russos, entre os quais 48 trabalhavam na embaixada russa em Nova York e outros 12 – na ONU, e o vizinho do norte dos EUA – Canadá – mandou embora quatro funcionários.

O presidente do Comitê Internacional do Conselho da Federação da Rússia (câmara alta do parlamento), Konstantin Kosachov, declarou que a decisão dos países ocidentais é um "jogo sujo e infame sem precedentes".

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"Não se pode depositar esperança em desculpas, este jogo sujo e infame sem precedentes foi desencadeado não para isso", escreveu no Facebook.

No entanto, o embaixador da Rússia nos EUA, Anatoly Antonov, frisou que a responsabilidade das consequências da fratura das relações russo-americanas cabe aos EUA.

Antonov acrescentou: "Por sua vez, expresso protesto rigoroso em relação às ações ilegais dos EUA, ressalto que hoje em dia não há nenhuma prova sobre a intervenção da Federação da Rússia na investigação do caso, bem como sobre envolvimento da Rússia na tragédia em Salisbury."

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