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Marielle estampa capa do Washington Post como 'símbolo global da opressão racial'

© Foto / PSOLAto no plenário da Câmara Federal em repúdio ao assassinato da vereadora Marielle Franco, do PSOL-RJ, e de seu motorista, Anderson Gomes
Ato no plenário da Câmara Federal em repúdio ao assassinato da vereadora Marielle Franco, do PSOL-RJ, e de seu motorista, Anderson Gomes - Sputnik Brasil
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A vereadora assassinada Marielle Franco ganhou destaque na capa do jornal norte-americano Washington Post nesta terça-feira (20). De acordo com a publicação, uma figura que era pouco conhecida fora do Rio foi "transformada em símbolo global da opressão racial".

O jornal deu ampla repercussão aos protestos de denúncia contra o crime que tirou a vida da vereadora, destacando a luta de Marielle pelos direitos humanos, pelas minorias sociais e contra a opressão racial nas favelas. 

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A reportagem, assinada por Anthony Faiola e Marina Lopes, fez um levantamento sobre a taxa de homícidios contra a população negra e pobre no Brasil, destacando que Marielle era "uma raridade na política brasileiras: uma mulher negra poderosa".  

"Uma política negra foi morta a tiros no Rio. Agora é um símbolo global", diz a manchete da reportagem. 

Ainda de acordo com o jornal, "nos últimos dias, a maior nação da América Latina observa uma figura que era pouco conhecida fora do Rio ser transformada em símbolo global da opressão racial".

​A 5ª vereadora mais votada do Rio de Janeiro, Marielle Franco (PSOL), foi assassinada a tiros na noite de quarta-feira (14), no Centro da cidade, após participar de um evento chamado "Jovens Negras Movendo as Estruturas". A principal linha de acusação da polícia é execução. Marielle era uma das relatoras de uma comissão criada em fevereiro para monitorar a operação das Forças Armadas na segurança pública do Rio de Janeiro. A denúncia da violência policial nas favelas e a defesa dos direitos humanos eram alguns dos temas de maior atuação de vereadora.  

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