Suspeito de ataque contra Boeing 777 da Malaysia Airlines comete suicídio

© Sputnik / Andrei SteninEquipes de resgate no local da queda do MH17 no leste da Ucrânia
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O ex-piloto ucraniano Vladislav Voloshin, acusado do derrube do Boeing 777 da companhia aérea Malaysia Airlines, se suicidou, informa o site da Polícia Nacional da Ucrânia da região de Nikolaev.

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O ex-militar cometeu tentativa de suicídio em sua casa, com um tiro na cabeça. 

O homem foi socorrido, contudo, devido aos ferimentos graves, morreu a caminho do hospital. 

De acordo com familiares do ex-piloto, ultimamente Voloshin se encontrava em um estado deprimido e ansioso.

A polícia ucraniana está investigando a morte. 

O nome do falecido foi referido no testemunho de um militar ucraniano interrogado na Rússia sobre o acidente com o Boeing malaio. Segundo ele, o avião teria sido derrubado por de um caça-bombardeiro, dirigido por Voloshin.

Enquanto isso, o Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU, sigla em ucraniano) afirmou que Voloshin prestava serviço no exército ucraniano, contudo, no dia do incidente não realizou voos.

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O Boeing 777 malaio fazia um voo de Amsterdam a Kuala Lumpur e foi derrubado no dia 17 de julho de 2014 no leste da Ucrânia. Todos os passageiros e tripulantes da aeronave, 298 pessoas no total, morreram.

Kiev acusou os militantes de Donbass de derrubarem o avião, contudo, estes afirmaram não possuírem meios capazes de derrubar um avião em tal altitude. De acordo com o relatório do grupo internacional de investigação, o Boeing foi atingido por um sistema de defesa antiaérea Buk, supostamente trazido da Rússia e posteriormente, devolvido ao país.

Por sua vez, Moscou qualificou a investigação como preconceituosa, baseada apenas nos dados proporcionados pela Ucrânia. Os experimentos realizados pelo consórcio Almaz-Antei, principal produtor de sistemas antiaéreos, confirmam que o Boeing foi derrubado a partir do território controlado pelo exército ucraniano.  

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