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Kiev quer obrigar cidadãos da Crimeia e de Donbass a pedirem desculpas à Ucrânia

© Sputnik / Aleksei Malgavko / Abrir o banco de imagensVista aérea da cidade turística de Yalta, na Crimeia
Vista aérea da cidade turística de Yalta, na Crimeia - Sputnik Brasil
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O político ucraniano, ex-deputado da Suprema Rada (parlamento), Andrei Senchenko, que em 2014 exercia funções de vice-chefe interino da administração presidencial, preparou um projeto da lei que obriga os cidadãos da Crimeia e de Donbass a pedirem desculpas a Kiev.

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O político comunicou sobre a medida em sua página no Facebook.

O projeto de lei "Sobre o arrependimento", de acordo com Senchenko, abrangerá aqueles que realizam atividades a favor do "Estado-agressor", subentendendo a Rússia. Um dos artigos da lei prevê que tais "categorias" de moradores da Crimeia e Donbass reconheçam sua culpa, se arrependam e peçam desculpas pelos "crimes" cometidos.

Como alternativa à punição criminal, o senador propõe impor limitações aos "arrependidos" relativamente aos direitos civis, em particular, proibir-lhes ocuparem cargos administrativos na Ucrânia, participarem das eleições, entre outras. 

Segundo explicou Senchenko, a medida é válida somente para os cidadãos da Crimeia e de Donbass, uma vez que eles "têm estado nos territórios controlados pelo agressor, sem proteção do governo e sobre impacto maciço da propaganda inimiga". "Pelas mesmas ações cometidas no interesse do agressor no território livre do país, um criminoso não pode ser perdoado", sublinhou o ator da iniciativa.

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Anteriormente, Pyotr Poroshenko assinou a lei sobre a reintegração de Donbass, que classifica a Rússia como país "agressor" e os territórios não controlados por Kiev como "ocupados". Conforme o documento, as fronteiras e a lista dos povoados "ocupados temporariamente" nas regiões de Donetsk e Lugansk serão determinadas pelo presidente ucraniano com base nos dados do Ministério da Defesa e propostas do Estado-Maior das Forças Armadas da Ucrânia.

Como resultado do referendo realizado em 2014, no qual a maioria dos habitantes da Crimeia optou pela separação da Ucrânia, a península tornou-se a parte da Rússia. Apesar de várias acusações de ilegalidade da decisão, Moscou tem repetidamente declarado que o referendo na Crimeia foi realizado em plena conformidade com o direito internacional e a Carta da ONU. Quanto à Ucrânia, esta continua considerando a península como seu território. 

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