Primeiro ministro húngaro diz que 'imigração é a maior ameaça para a Europa'

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O governo de extrema-direita da Hungria novamente afirmou a posição anti-imigração do partido do primeiro-ministro Viktor Orbán.

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Ele disse que os imigrantes são uma "ameaça a toda a Europa" e que a "imigração descontrolada tem que parar".

Ele fez o discurso durante o encontro com Giogia Meloni, presidente do partido extrema-direita Irmãos de Itália (FdI).

Tanto Meloni quanto Orbán têm sido muito críticos ao que chamam de "portas abertas" para imigrantes.

"Nós não vemos essas pessoas como refugiados muçulmanos. Nós os vemos como invasores mulçumanos. Nós acreditamos que um número grande de muçulmanos levam inevitavelmente leva a uma sociedade paralela, porque cristãos e muçulmanos nunca vão conseguir se unir. Multiculturalismo é uma ilusão", disse Orbán no começo do ano.

Desde 2015, cerca de dois milhões de imigrantes, a maioria da Síria, Iraque, Afeganistão e de alguns países africanos entraram na Europa.

A maioria deles chega pelo mar da Grécia ou Itália depois de cruzarem alguns outros países da Europa, como Hungria, para chegarem a países europeus mais ricos, como Alemanha ou Suécia.

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