Pressao pós-tiroteio: grandes empresas dos EUA rompem com Associação Nacional de Rifles

© REUTERS / Joshua RobertsAssociação Nacional de Rifles (NRA)
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Diversas empresas norte-americanas de grande porte que têm ligações com a Associação Nacional de Rifles (NRA, na sigla em inglês) começaram a se distanciar da instituição após o mais recente tiroteio em uma escola na Flórida.

Em 14 de fevereiro, Nikolas Cruz, de 19 anos, utilizou um rifle AR-15 para abrir fogo na escola Stonemam Douglas em Parkland, na Flórida, e matar 17 pessoas.  

Cruz foi estudante na escola e tinha sido expulso em 2017 por comportamentos inaceitáveis. Foi relatado, em particular, que a companhia aérea norte-americana Delta Airlines anunciou que suspenderia o programa de desconto para membros da NRA e pediu à associação que remova essas informações de seu site.

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Além disso, de acordo com a Associated Press, várias outras empresas tomaram a mesma decisão, incluindo o Banco First National de Omaha, a empresa de locação Hertz, MetLife, Enterprise Holdings, Symantec, Best Western e Wyndham Hotels.

A mídia informou que a United Airlines e o Bank of America também estão revisando suas relações com a NRA. 

A tragédia que ocorreu em um centro de ensino provocou uma nova e nítida discussão na sociedade norte-americana sobre o fortalecimento do controle da circulação de armas.

Anteriormente, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em uma reunião com as autoridades locais e federais sobre segurança escolar, propôs a proibição de venda de armas para menores de 21 anos e assegurou que a NRA apoiaria esta iniciativa.

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