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Citado em inquérito contra Serra, ex-diretor da Dersa tinha R$ 113 mi na Suíça

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Ex-diretor da Desenvolvimento Rodoviário (Dersa), o engenheiro Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, possuiu em contas na Suíça nada menos do que R$ 113 milhões, segundo um documento revelado pela Justiça Federal, em colaboração com autoridades suíças.

Citado em uma investigação sobre possíveis crimes cometidos pelo senador José Serra (PSDB-SP) – delatores da Odebrecht apontaram irregularidades na licitação do Rodoanel Sul quando o tucano era governador –, Souza tinha 35 milhões de francos suíços em 2016 naquele país – R$ 113 milhões à época.

No ano passado, o montante foi transferido para um banco nas Bahamas. É o que mostram documentos compartilhados por autoridades da Suíça, e isso motivou a juíza federal Maria Isabel do Prado a determinar a quebra do sigilo bancário de Souza e o bloqueio de valores nas contas suíças.

Segundo o Ministério Público, as movimentações das contas em valores superiores a R$ 2,5 milhões, entre 2009 e 2010, são "incompatíveis com o cargo público ocupado".

José Serra, chanceler do governo provisório Temer - Sputnik Brasil
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Lava Jato: Operador de Serra já repassou recursos para ex-amante de FHC

Na Operação Lava Jato, o operador financeiro Adir Assad afirmou ter repassado R$ 100 milhões a Souza, dinheiro que serviria, entre outras coisas, para o financiamento de campanhas do PSDB via caixa 2. No Estado de São Paulo, o ex-diretor da Dersa supostamente seria o centralizador dos recursos.

No inquérito contra Serra, Souza aparece justamente como um elo entre as empreiteiras e recursos irregulares para suas campanhas eleitorais.

Em notas oficiais, o PSDB paulista negou qualquer irregularidade, ressaltando que todas as doações feitas ao partido foram declaradas à Justiça Eleitoral. Já a Dersa se diz grande interessada, sobretudo em prol do eventual ressarcimento dos cofres públicos.

Já Serra preferiu não comentar o caso.

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