Moscou: países que apoiam terrorismo são responsáveis pela situação em Ghouta Oriental

© REUTERS / Bassam KhabiehFumaça em Ghouta Oriental (foto de arquivo)
Fumaça em Ghouta Oriental (foto de arquivo) - Sputnik Brasil
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Em 21 de fevereiro, a ONU afirmou ter recebido relatórios que mais de 100 pessoas foram mortas em ataques contra a cidade síria Ghouta Oriental durante três dias.

"Os responsáveis pela situação em Ghouta Oriental são aqueles que apoiam terroristas que ainda estão na área. Sabe-se que nem a Rússia, nem a Síria e nem o Irã pertencem à categoria de tais países, já que são eles que […] estão lutando contra terroristas na Síria", afirmou Dmitry Peskov, porta-voz do presidente da Rússia.

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Assim, o funcionário de alto escalão comentou as declarações sobre a responsabilidade de Moscou e Teerã pela situação na cidade síria.

Quanto às questões sobre a adesão da Rússia ao projeto da resolução da ONU sobre a introdução do regime cessar-fogo na Síria, Peskov assinalou que elas devem ser abordadas pelo Ministério das Relações Exteriores do país.

"No momento, não posso responder a esta pergunta, uma vez que estes assuntos estão envolvidos no nosso departamento diplomático, e na nossa missão em Nova York, contudo, é melhor fazer esta pergunta ao Ministério das Relações Exteriores", afirmou.

Anteriormente, as delegações da Suécia e Kuwait apresentaram ao Conselho da Segurança da ONU o projeto da resolução sobre a introdução do regime cessar-fogo na Síria por 30 dias para fornecer ajuda humanitária e evacuação médica. Espera-se que nesta quinta-feira (22), seja realizada a votação sobre o projeto proposto.

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O comentário do representante do Kremlin segue após a declaração de Heather Nauert, porta-voz do Departamento do Estado dos EUA, que acusou a Força Aérea de Damasco de alegados ataques em Ghouta Oriental, tendo como alvo hospitais, causando a morte de 100 civis nas últimas 48 horas.

Departamento do Estado dos EUA também alertou a Rússia de parar com o apoio prestado ao presidente sírio Bashar Assad, em relação ao "aumento de violência em Ghouta Oriental".

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