EUA condenam tentativa de Maduro de adiantar eleições presidenciais na Venezuela

© REUTERS / Ueslei MarcelinoManifestantes tremulam um bandeirão da Venezuela em manifestação contra o presidente dos EUA, Donald Trump, em Caracas, Venezuela (agosto de 2017)
Manifestantes tremulam um bandeirão da Venezuela em manifestação contra o presidente dos EUA, Donald Trump, em Caracas, Venezuela (agosto de 2017) - Sputnik Brasil
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"Os Estados Unidos condenam a decisão do conselho eleitoral nacional da Venezuela de promover unilateralmente o voto presidencial", disse a porta-voz do Departamento de Estado, Heather Nauert, em um comunicado de imprensa nesta quinta-feira.

"Os Estados Unidos denunciam a decisão do Conselho Eleitoral Nacional da Venezuela de promover unilateralmente eleições presidenciais sem garantias para garantir pleitos livres, justos e validados internacionalmente", disse Nauert.

Nauert sublinhou que os EUA apoiam a decisão dos partidos da oposição de rejeitar os termos do governo venezuelano para eleições que não serão "livres e justas".

A declaração também diz que os EUA continuarão pressionando a Venezuela para "restaurar a integridade" da nação da América do Sul.

O movimento ocorre após o anúncio do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, que disse ter assinado um acordo com a oposição durante as negociações na República Dominicana. O governo venezuelano, no entanto, validou o documento unilateralmente. A oposição decidiu gastar mais tempo para estudá-lo.

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O presidente da República Dominicana, Danilo Medina disse na manhã de quarta-feira que os lados discutiam duas datas para a eleição. Enquanto a oposição insistia para que as eleições fossem realizadas no dia 10 de junho, o governo sugeriu 8 de março. Eventualmente, os dois lados concordaram em marcar o pleito para 22 de abril. No entanto, Medina acrescentou que a oposição pediu mais tempo para a discussão sobre o assunto e não assinou o documento.

Os opositores posteriormente anunciaram que não assinariam um acordo "indigno" com as autoridades para normalizar a situação. O objetivo é restaurar os poderes da Assembleia Nacional, a abertura de um corredor humanitário para a entrega de alimentos e remédios para o país e a libertação de mais de 200 presos políticos.

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