'Ele teve que morrer assim. Não sei se eu teria a mesma coragem' (VÍDEO)

© Sputnik / Yevgeny Epanchintsev / Abrir o banco de imagensUm ativista jovem mostra foto de Roman Filipov durante ação em sua homenagem em 8 de fevereiro de 2018 em Chita
Um ativista jovem mostra foto de Roman Filipov durante ação em sua homenagem em 8 de fevereiro de 2018 em Chita - Sputnik Brasil
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Em entrevista ao canal russo RT, o médico militar norte-americano Steve Sola afirmou que quer ajudar a família do piloto russo Roman Filipov, que morreu na Síria em combate contra os terroristas.

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Ele já fez parte da tripulação de uma aeronave da Força Aérea dos EUA e fica a ponto de chorar ao falar sobre o seu colega russo, Roman Filipov, cujo avião de assalto Su-25 foi abatido por terroristas de um grupo militante sírio perto de Idlib.

Filipov, que foi postumamente condecorado com o título de Herói da Rússia, conseguiu se ejetar da aeronave. Ele não deixou ser capturado, tendo preferido fazer-se explodir com uma granada de mão. Antes de fazer isso, ele gritou: "É pelos nossos rapazes!"

"Ele teve que morrer assim. Não sei se eu teria a mesma coragem", disse Steve Sola em uma entrevista ao RT.

"Tomar uma decisão como aquela é muito difícil, e eu admiro a coragem dele", afirmou Sola, acrescentando: "Ele é uma pessoa magnífica. Eu lamento não tê-lo conhecido".

O RT decidiu entrevistar o ex-médico militar estadunidense depois de receber uma carta dele solicitando requisitos para envio de contribuições financeiras à família de Filipov (ele deixou mulher e filha).

Na quinta-feira (8), o major Roman Filipov foi enterrado na cidade de Voronezh em uma cerimônia solene.

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