Coreia do Norte fatura US$ 200 milhões com exportações; China é o maior parceiro comercial

© Sputnik / Ilia Pitalev / Abrir o banco de imagensO líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un
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A Coreia do Norte está violando as sanções da comunidade internacional ao comercializar commodities e também está vendendo armas para a Síria e Mianmar. Segundo relatório da Organização das Nações Unidas (ONU), estas atividades renderam US$ 200 milhões entre janeiro e setembro de 2017.

O Conselho de Segurança impôs repetidas sanções contra Pyongyang após seguidos testes balísticos e nucleares de Kim Jong-un. A mais recente rodada de sanções ocorreu em dezembro, após a Coreia do Norte testar um míssil que afirma ser capaz de atingir qualquer parte do território dos Estados Unidos. Foram estabelecidos limites para a importação de petróleo refinado da Coreia do Norte e autorizada a inspeção e apreensão de navios suspeitos de contrabando de itens proibidos.

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Como a Coreia do Norte contorna as sanções da ONU?
Segundo a embaixadora dos EUA na ONU, Nikki Haley, as sanções atingem 90% das exportações norte-coreanas, na comparação com 2016.

Entretanto, o relatório da ONU diz que as sanções não foram acompanhadas de "vontade política" e coordenação suficiente para garantir sua implementação. 

"Este ano pode representar uma janela de oportunidade crítica antes de um possível erro de cálculo com implicações desastrosas para a paz e a segurança internacionais", afirma o relatório.

De acordo com a investigação da ONU, a Coreia do Norte tem um projeto de cooperação em mísseis balísticos com a Síria e Mianmar.

Cerca de 70% dos US$ 200 milhões exportados por Pyongyang foram obtidos por meio da venda de minério de ferro para a China.

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