Que força faz oficiais da Marinha estadunidense revelar todos os segredos da pátria?

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Ex-oficial da Marinha dos EUA revelou uma informação confidencial, e não por ter sido sujeito a dolorosas torturas.

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Troy Amundson, ex-funcionário da Marinha norte-americano recebeu subornos em forma de festas com prostitutas. Em troca, ele forneceu informações confidenciais ao malaio Leonard Glenn Francis, conhecido coloquialmente como "Fat Leonard" (Leonard gordo), prestando assistência à empresa Glenn Defense Marine Asia, com sede em Singapura.

Todas as acusações foram reconhecidas pelo próprio ex-funcionário perante o tribunal federal de San Diego (Califórnia).

"Amundson admitiu que desde setembro de 2012 até outubro de 2013, Francis pagou jantares, bebidas, viagens, gastos com entretenimento e serviços de prostitutas para Amundson e outros oficiais da Marinha dos EUA", diz a declaração do tribunal.

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Entre 2005 e 2013, Amundson ocupou o cargo da coordenação de exercícios militares navais, onde participaram EUA e outros países.

O ex-oficial, de 50 anos, é um dos 29 acusados no caso de subornos na Marinha estadunidense. No entanto, nove deles não admitem a culpa.

O tribunal pronunciará sentença sobre o caso de Amundson em 27 de abril. O homem pode enfrentar até cinco anos de prisão e uma multa de US$ 250 mil (R$ 794 mil).

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