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'Acusações contra Israel é como ver argueiro nos olhos do vizinho'

© AFP 2021 / JAAFAR ASHTIYEHManifestante palestino com um pneu em chamas durante confrontos com as forças de segurança israelenses na cidade de Nablus, na Cisjordânia
Manifestante palestino com um pneu em chamas durante confrontos com as forças de segurança israelenses na cidade de Nablus, na Cisjordânia - Sputnik Brasil
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Na terça-feira (23), no decorrer da segunda sessão do Conselho de Direitos Humanos da ONU, Israel foi criticado, tendo o delegado da África do Sul o chamado de Estado "apartheid" que não observa as normas internacionais de direitos humanos.

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Na entrevista à Sputnik Internacional, Mark Heller, colaborador do Instituto para Estudos de Segurança Nacional em Tel Aviv, compartilhou a sua opinião quanto ao assunto.

Questionado sobre o motivo por que Israel é sempre duramente criticado na ONU, ele respondeu que, em primeiro lugar, é necessário olhar para a composição histórica do Conselho de Direitos Humanos, a maioria dos seus membros não representa quaisquer governos representativos. Por isso, acha, deveriam ficar calados.

"Acho que quando as pessoas querem desviar a atenção de si próprios, tentam atraí-la para outra coisa".

O especialista não nega que alguns órgãos da ONU trabalham produtivamente. Mas, no que se refere ao Conselho de Direitos Humanos, a sua contribuição para a causa da paz é nula, se resumirmos a atitude da ONU para com o conflito entre Israel e a Palestina.

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Mark Heller abordou também a questão do reconhecimento de Jerusalém como capital israelense e a transferência da embaixada norte-americana para esta cidade, dizendo que a situação não se acalmou. Os palestinos, para ele, estão tentando usar o descontentamento com esse passo norte-americano para a mobilização política.

"A reação de outros países, alguns deles árabes, foi mais formal do que sincera. Tal não tem impedido a sua prontidão ou capacidade de continuar as relações mutuamente vantajosas com os EUA ou até com Israel. Acho que as pessoas prestam demasiada atenção às palavras", concluiu Mark Heller.

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