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Físico norte-americano: Kim Jong-un não está enganando mundo sobre seu arsenal de plutônio

© REUTERS / KCNAO líder norte-coreano Kim Jong-un, acompanhado por altos responsáveis do país, toma conhecimento em pormenor do processo de produção de ogivas e motores para os mísseis intercontinentais
O líder norte-coreano Kim Jong-un, acompanhado por altos responsáveis do país, toma conhecimento em pormenor do processo de produção de ogivas e motores para os mísseis intercontinentais - Sputnik Brasil
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O líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, não está fingindo em ter um potente arsenal de bombas atômicas e a Casa Branca deve estar preocupada, acredita o cientista norte-americano, Siegfried Hecker.

Em entrevista ao canal CBS, Hecker, que antes era responsável pelo desenvolvimento de armas nucleares dos EUA, estimou que o número das bombas disponíveis pode variar entre 13 e 30 (até fim de 2016), tomando em conta as reservas de plutônio e urânio que viu, escreve o RT

Homem vê a notícia mostrando imagens de arquivo do lançamento de mísseis da Coreia do Norte em uma estação ferroviária em Seul, em 12 de fevereiro de 2017. Nesse dia, a Coreia do Norte disparou um míssil balístico, em aparente provocação para testar a resposta do novo presidente Donald Trump, disse o Ministério da Defesa sul-coreano - Sputnik Brasil
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Porém, o mais importante, ao invés da quantidade, corresponde ao tamanho das bombas, segundo Hecker. Assim, em 2016, o líder norte-coreano declarou criação bem-sucedida de ogivas pequenas para ser instaladas em mísseis.

Ex-diretor do Laboratório Nacional de Los Alamos e professor da Universidade de Stanford é considerado ser o único estrangeiro a conseguir entrar sete vezes desde 2004 nas instalações nucleares do país fechado.

"Fiquei muito surpreendido com muitas coisas que me ensinaram e a sinceridade com a qual me mostraram e explicaram tudo", declarou o físico ao CBS. 

Hecker testemunhou como era guardado o material radioativo em uma piscina de água situada na usina nuclear de Yongbyon. Ali mesmo ele pôde reconhecer plutônio em um frasco de vidro colocado dentro de uma caixa de madeira que lhe apresentaram. Ele também viu o reator que "não era muito bom para gerar eletricidade, mas muito bom para produzir plutônio". 

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O cientista acredita que sua capacidade de distinguir este metal artificial radioativo tenha impulsionado norte-coreanos a convidá-lo. Apenas seu testemunho poderia convencer os norte-americanos de que as declaração norte-coreanas são mais do que uma propaganda.

O físico acredita que os EUA não vão alcançar nada pressionando a Coreia do Norte, pois a última não é um país acostumado a ceder.

"Nós tentamos sancioná-los para submissão. Eles não se submeteram. Eles simplesmente continuam testando e evoluindo [armas nucleares]."

Em meados do ano passado, o mesmo físico confirmou que a Coreia do Norte era capaz de produzir trítio, a matéria prima para criar uma bomba de hidrogênio e gerar fusão.

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