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Arsenal subaquático: as frotas submarinas mais poderosas na América Latina (FOTOS)

© AFP 2022 / Argentina's Defence MinistrySubmarinos argentinos ARA San Juan, ARA Salta y ARA Santa Cruz (archivo)
Submarinos argentinos ARA San Juan, ARA Salta y ARA Santa Cruz (archivo) - Sputnik Brasil
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Na América Latina, a maioria dos países que tem saída ao oceano Atlântico ou Pacífico possui frotas de submarinos. Conheça as embarcações mais modernas e melhor equipadas.

Passado quase um mês de buscas incessantes do submarino argentino ARA San Juan, a questão dos submersíveis e de sua utilização nas Forças Armadas foi abordada em vários países latino-americanos.

Além da Argentina, outros países da região têm este tipo de embarcações no seu arsenal militar. A Sputnik Mundo fez uma lista dos submarinos mais potentes que cada país possui.

Argentina

Para além do ARA San Juan, a Marinha argentina possui outros dois submarinos. O interessante é que todas as embarcações são batizadas com nomes de províncias argentinas que começam por "s".
O submarino ARA Salta, da classe 209, foi fabricado em 1972 nos estaleiros Howaldtswerke de Kiel (Alemanha), é de propulsão elétrica e tem bateria de chumbo-ácido. O navio participou da guerra das Malvinas (1982).

CC BY 2.5 / Martín Otero / S31ARASaltaSubmarino ARA Salta, da Marinha Argentina
Submarino ARA Salta, da Marinha Argentina - Sputnik Brasil
Submarino ARA Salta, da Marinha Argentina

O ARA Santa Cruz foi construído entre 1980 e 1982, também na Alemanha, sendo muito parecido com o San Juan. Ambos pertencem à classe TR-1700.

Brasil

As Forças Armadas do Brasil possuem cinco embarcações ao todo. Quatro submarinos são da classe Tupi, um deles foi feito na Alemanha e os outros três sob licença no Arsenal da Marinha do Rio de Janeiro. Todos os quatro da classe Tupi correspondem ao modelo Tipo-209, o mais popular do mundo.

O quinto barco também leva um nome indígena, Tikuna, sendo ele maior e mais avançado do que seus irmãos. O Tikuna possui uma classe própria, que foi encerrada em 2009 após a mudança de modelo para o francês Scòrpene.

CC0 / US Navy / Submarine TikunaSubmarino brasileiro Tikuna
Submarino brasileiro Tikuna - Sputnik Brasil
Submarino brasileiro Tikuna

No Arsenal de Marinha no Rio de Janeiro estão sendo construídos mais quatro submarinos de tecnologia francesa (classe Scorpène): o Riachuelo (2018), o Humaitá (2019), o Tonelero (2020) e o Angostura (2020), além do submarino nuclear Álvaro Alberto, previsto para 2024.

CC BY-SA 3.0 / Agência Brasil/Vladimir Platonow / Réplica de submarino nuclearO capitão da Marinha brasileira Ferreira Marques mostrando uma réplica do futuro submarino nuclear Álvaro Alberto
O capitão da Marinha brasileira Ferreira Marques mostrando uma réplica do futuro submarino nuclear Álvaro Alberto - Sputnik Brasil
O capitão da Marinha brasileira Ferreira Marques mostrando uma réplica do futuro submarino nuclear Álvaro Alberto

Chile

A Marinha chilena conta com dois navios da classe 209 do estaleiro Howaldtswerke, integrados à frota em 1984: o Thomson e o Simpson. O país é também um dos que opera os submersíveis da classe Scorpène: o O'Higgins (2005) e o Carrera (2006), montados na França e Espanha.

CC0 / US Navy / CS Simpson SS-21Submarino chileno na base naval norte-americana de Pearl Harbor, Havaí
Submarino chileno na base naval norte-americana de Pearl Harbor, Havaí - Sputnik Brasil
Submarino chileno na base naval norte-americana de Pearl Harbor, Havaí

Colômbia

A Colômbia dispõe de quatros grandes naves submersíveis, todas de produção alemã e propulsão diesel-elétrica: dois da classe 209, o Pijao e o Tayrona, que entraram em serviço em 1975; e os moderníssimos U-206, o Intrépido e o Indomable, de 2015. Para além destes, o país tem ao menos sete embarcações submarinas mais pequenas.

CC0 / US Navy / Colombian submarine ARC TayronaSubmarino colombiano Tayrona
Submarino colombiano Tayrona - Sputnik Brasil
Submarino colombiano Tayrona

Equador

Os submarinos do Equador são dois, construídos em 1978 em Kiel (Alemanha). Seus nomes, tal como os brasileiros, foram dados em homenagem a povos indígenas, mas, neste caso, pré-colombianos. Trata-se do Shyri e o Huancavilca, da classe 209.

Peru

O Peru é outro país que utiliza submarinos da classe 209 do fabricante alemão Howaldtswerke, possuindo seis embarcações deste tipo: o Angamos (1980), o Antofagasta (1981), o Pisagua (1983), o Chipana (1982), o Islay (1974) e o Arica (1975).

Venezuela

A Marinha Nacional da Venezuela dispõe de dois submarinos da classe 209: o Sábalo e o Caribe, mas o último está em processo de modernização e reparação.

CC BY 4.0 / Carlos E. Pérez S.L. / S-31 SábaloSubmarino venezolano Sábalo
Submarino venezolano Sábalo - Sputnik Brasil
Submarino venezolano Sábalo
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