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Especialista diz que ausência da Rússia terá 'impacto total' nas Olimpíadas de Inverno

© Sputnik / Alexander VilfAtleta russa Yevgenia Medvedeva se apresenta no programa curto feminino no Mundial da Europa de Patinação Artística.
Atleta russa Yevgenia Medvedeva se apresenta no programa curto feminino no Mundial da Europa de Patinação Artística. - Sputnik Brasil
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Em entrevista à Sputnik Brasil nesta terça-feira, o jornalista Gustavo Longo, especializado em esportes de inverno, comentou os impactos negativos da decisão do Comitê Olímpico Internacional (COI) de proibir a participação da Rússia nos Jogos de Pyeongchang, na Coreia do Sul, no ano que vem.

The sign of the International Olympic Committee (IOC) Headquarters in Lausanne - Sputnik Brasil
Atletas russos vão competir nos Jogos de Inverno sob bandeira neutra
Nesta tarde, o COI anunciou a suspensão do Comitê Olímpico da Rússia por supostas irregularidades cometidas no país em relação ao sistema de exames antidoping, oferecendo aos atletas russos a possibilidade de competir em 2018 sob bandeira neutra. Para Gustavo Longo, que foi comentarista das Olimpíadas de Sochi na Record News, em 2014, essa medida terá consequências graves para todas as competições, e, dependendo da postura oficial russa, muitos favoritos, em diferentes modalidades, poderão ficar de fora. 

"O impacto é total", afirmou o jornalista. "Se a Rússia resolver boicotar a competição, a gente vai ter grandes atletas que ficarão de fora dos Jogos Olímpicos de Inverno", disse ele, destacando o caso de Yevgenia Medvedeva como o mais emblemático, uma vez que a jovem de 18 anos tem um histórico recente invejável, tendo conquistado o título mundial e o europeu da patinação artística nos dois últimos anos. 

Segundo Longo, a decisão do COI não foi totalmente inesperada, mas indica uma mudança de postura em relação à Rússia se comparada com os Jogos de 2016, no Rio, quando a entidade deixou nas mãos de cada federação internacional a possibilidade de escolher a melhor maneira de lidar com esse problema. 

"Eu acredito que, na verdade, o COI resolveu jogar duro", disse ele.

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