Múmias, monstros e até 'alienígenas': os achados arqueológicos mais macabros da história

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Realizar escavações arqueológicas pode tirar o sono durante um longo período de tempo. A razão para isso é que as entranhas do nosso planeta "conservam" não só patrimônio histórico, mas também objetos terríveis.

Tais objetos estiveram sob os nossos pés durante séculos, e mesmo milênios, antes de terem sido descobertos.

A múmia que grita

Em 1881, o arqueólogo alemão Emile Brugsch, junto com seus colegas, exumou uma múmia não identificada em Deir el-Bahari, Egito. O seu rosto petrificado no grito impressionou os egiptólogos.

​De acordo com eles, a pessoa descoberta foi assassinada de uma maneira violenta, ela pode ter sido vítima de envenenamento.

O vampire de Veneza

Esta descoberta incomum ainda hoje provoca polêmica. Em 2005, uma mulher com um tijolo preso na boca era encontrada na ilha de Lazzaretto Nuovo, Veneza.

​Seu corpo estava entre outras vítimas da peste nas valas comuns.

Vikings decapitados

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No condado inglês de Dorset, em Weymouth, os arqueólogos encontraram 51 cadáveres de homens jovens de cerca de 20 anos. De acordo com eles, tratava-se de vikings que tinham sido decapitados pelos saxões, seus inimigos jurados.

Os pesquisadores estimam que os saxões tivessem assassinado os vikings com machados e espadas de maneira muito violenta.

O 'humanoide de Atacama'

Um esqueleto de um "humanoide" foi descoberto no deserto de Atacama, Chile, em 2003. Foi por isso que ele recebeu o apelido de "humanoide de Atacama" ou simplesmente "Ata".

Ele mede 15 centímetros de comprimento e seu crânio tem uma forma muito estranha. Então, aqueles que acreditam na vida extraterrestre sugeriram que seria um alienígena.

Contudo, os cientistas levantam a hipótese de que Ata seja um embrião mumificado. Em 2012, análises genéticas realizadas pela Universidade de Stanford mostraram que ele era um ser humano.

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