Secretário de Estado dos EUA: Sanções farão Pyongyang entender a necessidade da diplomacia

© Sputnik / Ilia Pitalev / Abrir o banco de imagensSoldados durante o desfile militar que marca o 105º aniversário de Kim Il-sung, fundador da Coreia do Norte, em Pyongyang
Soldados durante o desfile militar que marca o 105º aniversário de Kim Il-sung, fundador da Coreia do Norte, em Pyongyang - Sputnik Brasil
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O secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson, comentou as sanções mundiais impostas à Coreia do Norte durante uma coletiva de imprensa na Casa Branca. Para ele, as medidas farão o governo em Pyongyang entender a necessidade de conversas diplomáticas.

"O Vietnã comprometeu-se a reduzir as atividades com a Coreia do Norte, a Malásia indicou uma redução, Singapura cortou todo o comércio com a Coreia do Norte, as Filipinas também, o governo sudanês, que tem tradicionalmente comprando armas Coreia do Norte, concordou agora em interromper todas essas compras… Então isso está entrando em vigor em todo o mundo", disse o secretário.

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Além disso, Tillerson anunciou um novo pacote de sanções dos EUA contra a Coreia do Norte, mais amplo e com mais poder para afetar entidades que no passado. O pacote deve ser anunciado pelo Departamento do Tesouro nesta terça. O Secretário de Estado acrescentou que o movimento ajudaria a perturbar as relações entre Pyongyang e países terceiros. Ele ressaltou que a Coreia do Norte já estava enfrentando a escassez de combustível e suas receitas diminuíram.

Washington continua a pedir a outros países, especialmente a China, que aumentem a pressão sobre Pyongyang e cortem negociações com a nação, disse Tillerson. No entanto, é muito difícil determinar se Pequim está tomando medidas para reduzir o abastecimento de petróleo ao país de Kim Jong-un, acrescentou.

No início do dia, o presidente Donald Trump colocou a Coreia do Norte de volta à lista de países que os Estados Unidos consideram patrocinadores do terrorismo. O republicano justificou a decisão dizendo que Pyongyang apoiou repetidamente atos de terrorismo global, incluindo assassinatos em solo estrangeiro.

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