Opinião: com Rússia presente no Oriente Médio, EUA não conseguem 'dormir tranquilamente'

© Sputnik / Ministério da Defesa da Rússia / Abrir o banco de imagensTropas russas na Síria (foto de arquivo)
Tropas russas na Síria (foto de arquivo) - Sputnik Brasil
Nos siga noTelegram
O chefe do Pentágono, James Mattis afirmou que a ONU permitiu às tropas dos EUA combater na Síria. Em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, o especialista militar Oleg Glazunov comentou esta declaração.

Torcedores sírios comemoraram muito o empate com o Irã, resultado que mantém a seleção síria viva na busca por uma vaga na Copa do Mundo de 2018, na Rússia - Sputnik Brasil
Como situação se alterará na Síria após encontro entre Putin e Trump?
O chefe do Pentágono, James Mattis, considera que a ONU permitiu aos EUA combater na Síria porque a organização adotou diversas resoluções contra o Daesh (organização terrorista proibida na Rússia).

Contudo, o Conselho de Segurança da ONU não autorizou a intervenção militar dos EUA na Síria.

Damasco qualifica a presença militar norte-americana na Síria como ilegal, já que é realizada sem a permissão do governo do país. A Rússia, por sua vez, realiza ataques aéreos contra posições terroristas na Síria a pedido do presidente sírio, Bashar Assad.

O ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov, durante o encontro com os seus homólgos turco e iraniano em Moscou, Rússia, 20 de dezembro de 2016 - Sputnik Brasil
Chanceler russo: militantes apoiados pelos EUA representam maior ameaça na Síria
Em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, o especialista militar Ogel Glazunov frisou que os EUA estão prontos a defender a sua presença no Oriente Médio quaisquer que sejam as circunstâncias.

"Acredito que os EUA não abandonem a Síria, nem o Oriente Médio […] Enquanto a Rússia estiver presente na região, os EUA não conseguem ‘dormir tranquilamente’. Além disso, existe mais uma questão: a China está chegando ao Oriente Médio. Quer dizer, na região estão sendo definidos três atores principais: a Rússia, o Irã e a China. Os EUA não querem deixar o Oriente Médio para estes países, e não vão abandonar a região", assinala Oleg Glazunov. 

Feed de notícias
0
Para participar da discussão
inicie sessão ou cadastre-se
loader
Bate-papos
Заголовок открываемого материала