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'Não há boas opções militares' contra Pyongyang, alertam congressistas dos EUA

© AP Photo / Ministério da Defesa da Coreia do SulLançamento de mísseis durante treinamentos conjuntos entre EUA e Coreia do Sul (foto de arquivo)
Lançamento de mísseis durante treinamentos conjuntos entre EUA e Coreia do Sul (foto de arquivo) - Sputnik Brasil
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Recheado de participantes da Guerra da Coreia (1950-1953), um grupo de 16 congressistas dos Estados Unidos divulgou um comunicado, direcionado ao presidente estadunidense Donald Trump, no qual pede que Washington desconsidere o uso da força contra a Coreia do Norte.

"Não há boas opções militares para a Coreia do Norte. A invasão da Coreia do Norte poderia resultar em uma perda catastrófica de vidas para tropas dos EUA e civis dos Estados Unidos na Coreia do Sul", afirmou o deputado democrata Ted Lieu, citado pela agência sul-coreana Yonhap.

Ainda de acordo com o comunicado, uma guerra terrestre prolongada e maciça contra Pyongyang seria desastrosa para as tropas dos EUA e os aliados dos EUA. "Poderia matar milhões de sul-coreanos e colocar em risco tropas e civis em Guam e no Japão", destaca a nota.

O informe foi concebido dias após o indicativo, destacado por Trump com base em informações do Pentágono, de que o arsenal nuclear norte-coreano só poderia ser destruído por meio de uma invasão terrestre da parte norte da Península da Coreia.

Soldados norte-americanos e sul-coreanos durante os exercícicos na Coreia do Sul - Sputnik Brasil
Quantas vidas vai custar uma invasão terrestre norte-americana da Coreia do Norte?

Para os congressistas que viveram os horrores da primeira guerra coreana, toda opção diplomática e econômica deve ser esgotada antes que as opções militares sejam consideradas, mencionando a avaliação recente dos Chefes de Estado Maior dos Estados Unidos e um relatório do Serviço de Pesquisa do Congresso (SRC).

"O presidente [Donald Trump] precisa parar de fazer declarações provocativas (contra o Norte) que dificultam as opções diplomáticas e colocam as tropas americanas em risco", acrescentaram os congressistas.

De acordo com informações da inteligência dos EUA, qualquer confronto militar reivindicaria as vidas de até 300 mil pessoas nos seus primeiros dias, mesmo sem o envolvimento de armas nucleares.

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