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Seul e Washington apelam a Pyongyang para parar desenvolvimento nuclear

© REUTERS / Jonathan ErnstPresidente norte-americano Donald Trump com o seu homólogo sul-coreano Moon Jae-in durante a coletiva de imprensa no palácio presidencial Casa Azul em Seul, 7 de novembro
Presidente norte-americano Donald Trump com o seu homólogo sul-coreano Moon Jae-in durante a coletiva de imprensa no palácio presidencial Casa Azul em Seul, 7 de novembro - Sputnik Brasil
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A Coreia do Sul e os EUA exigem que a Coreia do Norte pare o seu desenvolvimento nuclear e comece a negociar enquanto o presidente Trump se encontra em visita oficial em Seul.

A Coreia do Sul e os Estados Unidos exigem que a Coreia do Norte pare imediatamente a atividade nuclear e volte às negociações, e estão prontos para continuar a exercer pressão sobre Pyongyang, disse na terça-feira (7) o presidente sul-coreano Moon Jae-in.

"Exigimos que a Coreia do Norte pare o seu desenvolvimento nuclear e volte a negociar", disse Moon depois das conversações com o presidente norte-americano Donald Trump, adicionando que Washington e Seul acordaram continuar a pressionar a Coreia do Norte para alcançar este objetivo.

"Foi atingido um acordo para levantar as restrições à potência das ogivas dos mísseis sul-coreanos", disse Moon Jae-in na coletiva de imprensa conjunta com Donald Trump.

O presidente dos EUA, por sua vez, declarou que os EUA estão prontos para usar toda a força militar para parar os ataques da Coreia do Norte, mas disse que estava focado em usar "todas as ferramentas disponíveis sem recorrer às ações militares" para prevenir o conflito.

"A Coreia do Norte é uma ameaça global que exige ação universal", disse ele aos jornalistas na coletiva de imprensa conjunta.

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Na terça-feira de manhã, Trump aterrissou na base aérea de Osan, na cidade sul-coreana de Pyeongtaek, e se dirigiu para Camp Humphreys, guarnição do exército norte-americano, onde foi saudado pelos soldados. Depois de visitar a Coreia do Sul, o presidente dos EUA viajará à China e Vietnã, onde participará no Fórum da Cooperação Econômica Ásia-Pacífico, devendo finalizar sua digressão nas Filipinas em 12-14 de novembro.

Antes, foi comunicado que centenas de pessoas se reuniram no centro de Seul para protestar contra a visita de dois dias do presidente norte-americano Donald Trump ao país. Os manifestantes acusam Trump de aumentar as tenções na península coreana com a sua retórica provocativa, obrigando a Coreia do Sul a comprar novas armas e tentar renegociar o acordo de livre comércio entre os dois países.

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