EUA alertam seus cidadãos de viajarem a Malawi, mas por quê?

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A polícia do Malawi deteve 124 suspeitos de perseguições e assassinatos de vampiros, comunicou o jornal local Face of Malawi.

Uma vampira (imagem ilustrativa) - Sputnik Brasil
ONU retira seu contingente de país africano por medo de... vampiros?
Em meados de setembro no país africano, começaram a espalhar rumores sobre vampiros e iniciaram as perseguições. Durante um mês nas mãos dos habitantes locais morreram oito pessoas suspeitas de "vampirismo".

Segundo o jornal Face of Malawi, a polícia deteve 124 suspeitos de envolvimento no assassinato de duas pessoas na grande cidade de Blantyre e outros casos de violência nos povoados próximos.

Face of Malawi comunica, que na semana passada no hospital local, uma mulher declarou ter sido mordida por um vampiro. Os médicos fizeram as análises para provar a sua declaração, mas os resultados mostraram que ela não estava contaminada com "vampirismo".

Os métodos da análise não foram revelados. Mas esse não é o único pedido dos habitantes com receio do "vampirismo".

A informação sobre o derrame de sangue provocou a preocupação dos EUA que aconselham seus cidadãos de evitarem as áreas perigosas e serem cautelosos.

"Embora estes acontecimentos não sejam direcionados contra os cidadãos norte-americanos, vocês devem evitar as áreas de ocorrências e serem cautelosos perto de grandes multidões, protestos e manifestações", disseram na embaixada norte-americana.

A mídia diz que na semana passada a ONU evacuou os seus funcionários de um dos dois bairros do Sul do Malawi.

É de assinalar que os habitantes do país acusam Moçambique, país vizinho, dos acontecimentos trágicos.

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